A PRODUÇÃO SOBRE APRENDIZAGEM INFORMAL NAS ORGANIZAÇÕES NO BRASIL: MAPEANDO O TERRENO E RASTREANDO POSSIBILIDADES FUTURAS

Autores

  • Diogo Reatto Universidade Presbiteriana Mackenzie - São Paulo, SP
  • Arilda Schmidt Godoy Universidade Presbiteriana Mackenzie – São Paulo, SP

Palavras-chave:

Aprendizagem informal, Aprendizagem no trabalho, Aprendizagem nas organizações

Resumo

A aprendizagem informal é entendida como aquela baseada na experiência intencional, mas não formalmente estruturada; induzida por um processo de reflexão crítica, ação, pró-atividade e criatividade; incrustada no contexto organizacional e nas práticas cotidianas. Pode ser planejada ou não, embora envolva algum grau de consciência de quem aprende. Sua relevância para o ambiente de trabalho tem sido atestada por vários autores. Este trabalho tem como objetivo identificar, descrever e analisar a produção a respeito dessa temática no Brasil, no período de 2006 a 2012. O conjunto de 21 artigos selecionados para fazer parte dessa revisão reúne estudos teóricos e empíricos publicados em periódicos nacionais da área de Administração e avaliados com conceito B2 ou superior pelo WebQualis da CAPES. O estudo envolveu duas etapas. Numa primeira etapa definiram-se as fontes de dados e amostra a ser trabalhada. Uma segunda etapa consistiu na análise dos artigos a partir das seguintes dimensões: foco dos estudos (origem, tema e objetivos), nível de aprendizagem, autores referenciados, perspectivas teóricas, posicionamentos epistemológicos, tipos de pesquisa, dados de contexto da produção e principais achados. Os resultados mostram uma produção dispersa que ainda precisa ser aprimorada em relação aos arcabouços teóricos tomados como referência para o aprofundamento do tema.

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Publicado

2015-03-17

Como Citar

Reatto, D., & Schmidt Godoy, A. (2015). A PRODUÇÃO SOBRE APRENDIZAGEM INFORMAL NAS ORGANIZAÇÕES NO BRASIL: MAPEANDO O TERRENO E RASTREANDO POSSIBILIDADES FUTURAS. Revista Eletrônica De Administração, 21(1), 57–88. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/read/article/view/47369