Ir para o menu de navegação principal Ir para o conteúdo principal Ir para o rodapé

Artigos

v. 2 n. 1 (2020)

Pessimismo e monstruosidade: uma análise comparativa entre Frankenstein e Jogos Vorazes

  • Andressa Carolina dos Santos Benedito
  • Fernanda Martinez Tarran
DOI
https://doi.org/10.22456/2596-0911.99582
Enviado
January 10, 2020
Publicado
2020-06-13

Resumo

A partir de uma análise comparativa entre a obra consagrada Frankenstein, de Mary Shelley, e a trilogia contemporânea Jogos Vorazes, de Suzanne Collins, este trabalho pretende assinalar a visão pessimista quanto ao progresso tecnológico e científico que ambas compartilham. Apoiamo-nos na teoria de Walter Benjamin e Hannah Arendt, pensadores que escreveram sobre a mesma visão pessimista. Ademais, nossa pesquisa investiga as faces da monstruosidade na trilogia Jogos Vorazes em contraste com a criatura gerada por Frankenstein, categorizada como monstro clássico. Por fim, assinalamos a provável inclinação das mensagens finais para um pessimismo quanto ao progresso científico e tecnológico. Nosso objetivo é o de mostrar como essas histórias, separadas por quase duzentos anos, convergem para o mesmo questionamento sobre o futuro.

Referências

  1. ALDISS, Brian. Billion Year Spree: the true history of science fiction. New York:
  2. Doubleday, 1973.
  3. AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia em contexto: do
  4. universo às células vivas. São Paulo: Moderna, 2013a.
  5. AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia em contexto: Adaptação e continuidade da vida. São Paulo: Moderna, 2013b.
  6. ARENDT, Hannah. The Origins of Totalitarianism. Orlando: Harcourt, 1973.
  7. ARENDT, Hannah. On Violence. In: HAUGAARD, Mark (Org.). Power: a reader. Manchester: Manchester University Press, 2002.
  8. BENJAMIN, Walter. A obra de arte na época da sua reprodutibilidade técnica. In: BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política – ensaios sobre literatura e história da cultura. Obras escolhidas, volume I. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985.
  9. BENJAMIN, Walter. Sobre o conceito da História. In: BENJAMIN, Walter. Magia e
  10. técnica, arte e política – ensaios sobre literatura e história da cultura. Obras
  11. escolhidas, volume I. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985.
  12. CACIOPPO, John T.; CACIOPPO, Stephanie. Social relationships and health: the toxic effects of perceived social isolation. Social and personality physiology compass, New Jersey, v. 8, n. 2, p. 58-72, fev. 2014.
  13. CARROLL, Noel. The philosophy of horror or paradoxes of the heart. New York: Routledge, 1990.
  14. COLLINS, Suzanne. The Hunger Games. New York: Scholastic Press, 2008.
  15. COLLINS, Suzanne. Catching Fire. New York: Scholastic Press, 2009.
  16. COLLINS, Suzanne. Mockingjay. New York: Scholastic Press, 2010.
  17. HANSEN, Michelle Kay. Monsters in our midst: an examination of human
  18. monstrosity in fiction and film of the United States. 2012. 165f. Dissertation
  19. (Doctor of Philosophy in English) – Department of English, University of
  20. Nevada, Las Vegas, NV.
  21. KAVADLO, Jesse. American popular culture in the era of terror: falling skies, dark knights rising, and collapsing cultures. Santa Barbara: ABC-CLIO, LCC, 2015.
  22. LE GUIN, Ursula K. Introduction. In: LE GUIN, Ursula K. The Left Hand of
  23. Darkness. New York: Ace Books, 2010.
  24. MARCZWSKI, Maurício; VÉLEZ, Eduardo. Ciências Biológicas. São Paulo: FTD, 1999.
  25. MCCLANTOC, Keshia. Welcome to the Arena: Deconstructing the Female
  26. Character in Dystopian Literature. Proceedings of the National Conference on
  27. Undergraduate Research (NCUR) 2016. University of North Carolina Asheville, p.
  28. -517, 2016.
  29. NORDHAUS, William D. The Economics of New Goods. Chicago: University of
  30. Chicago Press, 1996.
  31. RADCLIFFE, Ann. On the Supernatural in Poetry. The New Monthly Magazine, London, v. 16, n. 1, p. 145–152, 1826.
  32. SHELLEY, Mary. Frankenstein. New York: Barnes & Noble, 2015.
  33. SHELLEY, Mary. Introduction. In: SHELLEY, Mary. Frankenstein. New York:
  34. Barnes & Noble, 2015.

Downloads

Não há dados estatísticos.