Uma reza para o que há de vir

Raisa Inocencio Ferreira Lima, Marina Taffarel

Resumo


À partir da coleta e organização de correspondências digitais cotidianas trocadas por nós: duas mulheres que nunca se encontraram ao vivo, mas que trabalham à distância juntas a mais de um ano,  este ensaio visual especula uma desarticulação, num sentido cognitivo, da língua e da linguagem colonizante, partindo da escrita através de si como exercício de inscrição no mundo, como forma de insurreição e cura. São criados diálogos com escritos de Gloria Anzaldúa, Maria Lugones e outras, organizando imagens e poemas, banhos e levantes, asé e escuridão.


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Referências


ANZALDÚA, Gloria. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/9880. Acesso em: 21 jun. 2020.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2596-0911.104597

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