O fotolivro no ambiente tecnoimagético: considerações sobre a dimensão crítica da fotografia a partir de The Americans, de Robert Frank

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583202152.94350

Palavras-chave:

Fotografia, Robert Frank, Fotolivro, Tecnoimagem

Resumo

Com a crescente retomada dos fotolivros no campo editorial, este artigo tem por objetivo discutir a relevância desses objetos para a circulação da fotografia, sobretudo num momento em que o cenário comunicacional se baseia numa ambiência tecnoimagética de onipresença da imagem digital e da tela como suporte. Tem-se, como estratégia de análise, a abordagem do percurso editorial do livro The Americans, de Robert Frank, desde sua primeira edição, em 1958, até a versão mais recente, de 2008. Sugere-se que a insistência dessa obra como uma importante referência evidencia que o livro, além de ser um relevante espaço para a circulação e divulgação, é decisivo para a expansão do potencial crítico da fotografia.

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Biografia do Autor

Wagner Souza e Silva, Universidade de São Paulo

Professor Doutor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, e do Departamento de Jornalismo e Editoração, ambos da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Fotógrafo e pesquisador.

Bruna Sanjar Mazzilli, Universidade de São Paulo

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da ECA/USP.

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Publicado

2021-03-19

Como Citar

Souza e Silva, W., e B. S. Mazzilli. “O Fotolivro No Ambiente tecnoimagético: Considerações Sobre a dimensão crítica Da Fotografia a Partir De The Americans, De Robert Frank”. Intexto, nº 52, março de 2021, p. 94350, doi:10.19132/1807-8583202152.94350.

Edição

Seção

Artigos