Pink Orange Red: interpretação, sentido e presença nas canções da banda Cocteau Twins

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583202050.44-58

Palavras-chave:

Comunicação. Música. Interpretação. Teoria das Materialidades. Cocteau Twins.

Resumo

Este artigo tem por objetivo analisar alguns movimentos de busca por sentido nas letras da banda escocesa Cocteau Twins efetuados por fãs na internet. A pronúncia indecifrável da vocalista Elizabeth Fraser, assim como o fato de a banda ter raramente divulgado as letras oficiais de suas canções, gerou grande especulação em sites e fóruns acerca de seus “sentidos ocultos”. Num primeiro momento, propomos uma análise das interpretações da canção Pink Orange Red a partir dos conceitos de interpretação e superinterpretação de Umberto Eco. Em seguida, propomos pensar o método de composição de Fraser à luz da noção de “produção de presença”, de Hans Ulrich Gumbrecht. A reflexão sobre o tema permite o questionamento das experiências possíveis com o potencial esgotamento da fruição sensorial da música na busca de sentido em seu elemento textual.

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Biografia do Autor

Aline Gabrielle Renner, USP

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais (ECA-USP). Bacharela em Comunicação Social (UFRGS).

Marcelo Bergamin Conter, IFRS

Professor de produção fonográfica (IFRS). Doutor e mestre em Comunicação e Informação (UFRGS).

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Publicado

2020-08-31

Como Citar

Renner, A. G., e M. B. Conter. “Pink Orange Red: Interpretação, Sentido E presença Nas canções Da Banda Cocteau Twins”. Intexto, nº 50, agosto de 2020, p. 44-58, doi:10.19132/1807-8583202050.44-58.

Edição

Seção

Artigos