Das cores semióticas (a bem dizer da interligação entre comunicação e produção de sentido)

Eliana Pibernat Antonini

Resumo


Este ensaio recupera, numa visão crítica, a possibilidade de entender a semiótica como uma metodologia de comunicação. Para tanto, debruça-se sobre a proposta metodológica presente no legitimado modelo semiótico textual e enunciativo criado por Umberto Eco, nos idos de 1978 e 1980. Refletindo sobre os percursos metodológicos que o autor constrói, redimensiona o leitor-modelo e o atualiza no papel de enunciatário. Prevendo analisar os produtos culturais contemporâneos, tal modelo reconstrói um simulacro de emissor/receptor, que o próprio tecido textual promove e repensa as estratégias de leitura passíveis de serem aplicadas a toda e qualquer tessitura comunicacional.


Palavras-chave


Semiótica. Comunicação. Cultura. Produção de sentido. Modelos de análise.

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DOI: https://doi.org/10.19132/1807-8583201637.437-450



 

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