De fontes a agentes jornalísticos: a crítica de uma metáfora morta

Autores

  • Bruno Souza Leal UFMG
  • Carlos Alberto Carvalho UFMG

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583201534.606-622

Palavras-chave:

Fontes. Agentes. Jornalismo. Homofobia. Narrativa.

Resumo

O artigo, a partir do mergulho em um vasto corpus de narrativas sobre homofobia e HIV/Aids em meios impressos e eletrônicos, discute os limites da noção usual de fontes jornalísticas, observando-as como agentes jornalísticos. O termo “fonte” é bastante recorrente nos processos jornalísticos e nos estudos acadêmicos, sendo quase sempre pouco problematizado. Na maioria das vezes, ou desenvolve-se um esforço classificatório das fontes ou elas surgem em abordagens que poderíamos identificar como “sob suspeita quanto aos seus reais propósitos”. Quase sempre, as fontes jornalísticas parecem ter vida somente na relação imediata e mecânica com o universo da produção noticiosa. São poucos os trabalhos, porém, que observam que o termo é uma metáfora bastante cristalizada e que, por isso mesmo, talvez tenha perdido seu potencial heurístico de apreensão do fenômeno jornalístico.

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Biografia do Autor

Bruno Souza Leal, UFMG

Professor do PPGCOM/UFMG e pesquisador do CNPq

Carlos Alberto Carvalho, UFMG

Professor do PPGCOM/UFMG e pesquisador do CNPq

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Publicado

2015-12-17

Como Citar

Souza Leal, B., e C. A. Carvalho. “De Fontes a Agentes jornalísticos: A crítica De Uma metáfora Morta”. Intexto, nº 34, dezembro de 2015, p. 606-22, doi:10.19132/1807-8583201534.606-622.