Da agulha ao chip: brevíssima revisão dos estudos de recepção

Nilda Aparecida Jacks

Resumo


Este texto retoma a passos largos a trajetória dos estudos de recepção para apontar o caráter sempre narrativo das teorias, dependendo do ponto de vista de quem narra. São vinculações teóricas e ideológicas que resultam em modos diferentes de conceber a história do campo, com inclusões e exclusões diferenciadas de teorias e correntes, que variam de autor para autor ao longo do tempo. São indicadas nomenclaturas que entraram em vigor no campo desde que este inaugurou suas atividades nos anos iniciais do século passado, fator crítico neste momento de transição do estatuto do receptor, que em muitos momentos torna-se produtor, um receptor-produtor. Algumas críticas sobre o alcance dos estudos de recepção para entender os processos comunicacionais contemporâneos, que atingem um alto grau de complexidade, são apresentadas. O estudo é concluído com algumas possibilidades de enfrentamento analítico que surgem a partir da própria tradição dos estudos de recepção ancorados nos estudos culturais, com possíveis arranjos com os estudos ciberculturais.

Palavras-chave


Estudos de recepção. Teoria da comunicação. Estudos Culturais.

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DOI: https://doi.org/10.19132/1807-8583201534.236-254



 

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