Notas sobre a pirataria de games no Brasil: inclusão (digital) dos pobres e resistência

Autores

  • José Carlos Messias Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583201533.154-173

Palavras-chave:

Entretenimento. Pirataria. Resistência. Games.

Resumo

O objetivo deste trabalho não é advogar sobre a pirataria sob um ponto de vista ético. Embora se reconheça a relevância deste debate, nossa análise se focará nas questões cognitivas e de produção de subjetividade ligadas às práticas piratas da cultura gamer. Defende-se que as subjetividades envolvidas na pirataria de games põem em movimento redes de sociabilidade, processos de autoformação e tutoria, manipulação de dispositivos técnicos complexos, além do estímulo a produção criativa e livre. O relato desta investigação em andamento se debruça sobre comunidades virtuais do site de relacionamento Orkut e sua comunidade Brazukas.

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Biografia do Autor

José Carlos Messias, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Doutorando do Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ. Bolsista Faperj Nota 10. Integrante do Grupo de Pesquisa Comunicação, Entretenimento e Cognição (CiberCog)

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Publicado

2015-07-15

Como Citar

Messias, J. C. “Notas Sobre a Pirataria De Games No Brasil: Inclusão (digital) Dos Pobres E Resistência”. Intexto, nº 33, julho de 2015, p. 154-73, doi:10.19132/1807-8583201533.154-173.

Edição

Seção

Artigos