Porque nem toda feiticeira é corcunda: sentidos sobre o ser bruxa/ser mulher em filmes infantis e infantojuvenis

Felipe Viero Kolinski Machado Mendonça, Jussara de Souza Lima da Silva

Resumo


O objetivo deste trabalho é perceber como determinados filmes voltados ao público infantil e infantojuvenil representam a figura da bruxa/mulher. Para isso, empreendemos uma análise crítica cultural da mídia, tendo como base referenciais dos estudos de gênero/estudos feministas. Com Convenção das Bruxas, Abracadabra, Da magia à sedução e Harry Potter e a Pedra Filosofal, percebemos múltiplas representações. Por entre a figura que incorpora o mal, a que não segue determinada performance e merece ser punida, aquela que percebe a relevância da sororidade e aquela que encarna o gênero de um modo desejável temos, para além do enredo fantástico, uma discussão política sobre modos de ser/de não ser mulher.


Palavras-chave


Bruxa/Mulher; Gênero; Representação; Filmes infantis/infantojuvenis; Análise crítica cultural da mídia

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DOI: https://doi.org/10.19132/1807-8583202152.106691



 

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