De Eisenstein a Bressane: genealogias de um gesto experimental

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583202152.104546

Palavras-chave:

Ator, Cinema, Experimental, Mutilação ocular

Resumo

O trabalho do ator ocupa o centro de preocupações expressivas que são o front de pesquisas dentro do que se convencionou chamar de cinema experimental. Inúmeros realizadores e atores utilizaram uma vasta paleta de processos figurativos para expressar uma preocupação que perpassa quase toda a história do cinema experimental: o ato da visão pelo dispositivo cinematográfico e pela visão humana (personagem/ espectador). Este artigo descreve como atores e realizadores promoveram essa investigação figurativa sobre o motivo da mutilação ocular e suas variantes (enucleação, hemolacria, interferências sobre a película e cirurgias oftalmológicas) em filmes fora do enquadre teórico dos cinemas clássicos.

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Biografia do Autor

Sandro de Oliveira, Universidade Estadual de Goiás (UEG)

Docente no Curso de Cinema e Audiovisual na Universidade Estadual de Goiás (UEG). Doutor em Multimeios pela Unicamp (Universidade de Campina). Membro do ACCRA (Approches contemporaines de la création et de la réflexion artistiques), Université de Strasbourg e do GEAs (Grupo de Estudos do Ator no Audiovisual), Unicamp.

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Publicado

2021-06-29

Como Citar

de Oliveira, S. “De Eisenstein a Bressane: Genealogias De Um Gesto Experimental”. Intexto, nº 52, junho de 2021, p. 104546, doi:10.19132/1807-8583202152.104546.

Edição

Seção

Artigos