De Eisenstein a Bressane: genealogias de um gesto experimental

Sandro de Oliveira

Resumo


O trabalho do ator ocupa o centro de preocupações expressivas que são o front de pesquisas dentro do que se convencionou chamar de cinema experimental. Inúmeros realizadores e atores utilizaram uma vasta paleta de processos figurativos para expressar uma preocupação que perpassa quase toda a história do cinema experimental: o ato da visão pelo dispositivo cinematográfico e pela visão humana (personagem/ espectador). Este artigo descreve como atores e realizadores promoveram essa investigação figurativa sobre o motivo da mutilação ocular e suas variantes (enucleação, hemolacria, interferências sobre a película e cirurgias oftalmológicas) em filmes fora do enquadre teórico dos cinemas clássicos.

Palavras-chave


Ator; Cinema; Experimental; Mutilação ocular

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DOI: https://doi.org/10.19132/1807-8583202152.104546



 

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