Edições anteriores

  • Gênero e Raça: Trânsitos do Sul em Perspectiva
    v. 23 n. 59 (2022)

    Nesta edição Sociologias traz o Dossiê “Gênero e Raça: trânsitos do Sul em perspectiva”, organizado por José Carlos Gomes do Anjos e Miriam Steffen Vieira, com trabalhos resultantes de cooperação acadêmica Sul-Sul, que articulam tendências do feminismo do Sul Global às relações complexas entre colonialismo e miscigenação e permitem refletir criticamente sobre a modernidade a partir de enfoques decoloniais, de raça e de gênero.

  • O adolescente visto como problema: disputas narrativas, produção legislativa e punição
    v. 23 n. 58 (2021)

    O dossiê “O adolescente visto como problema: disputas narrativas, produção legislativa e punição”, organizado por Bruna Gisi, Mariana Chies Santos e Marcos César Alvarez, traz uma análise comparativa entre sistemas de justiça juvenil de três países sob a perspectiva das tendências punitivistas, presentes no Brasil desde a formulação do Estatuto da Criança e do Adolescente no final dos anos 1980 no Brasil até os dias atuais, para os atos infracionais cometidos por adolescentes, em seu embate com a visão socioeducativa.

  • Trabalho em Plataformas Digitais: uma perspectiva desde o Sul Global
    v. 23 n. 57 (2021)

    As investigações sobre o trabalho e as plataformas digitais ainda são escassas e precisam ser motivadas no sentido de 1. aprofundar um enfoque que não se situe apenas como reprodutor das teorias hegemônicas do Norte global e 2. que, para isso, recorram empiricamente às particularidades do Sul global. O dossiê “Trabalho em Plataformas Digitais: uma perspectiva desde o Sul Global” propõe um olhar sociológico sobre o processo de transformação nas formas de organização e controle do trabalho a partir da periferia do capitalismo, na medida em que busca apresentar um panorama geral dos elementos centrais do trabalho em plataformas digitais ao mesmo tempo em que matiza estes elementos ao analisar as especificidades do trabalho e das plataformas digitais que se delineiam no Sul global.

  • Quantificação, Estado e participação social
    v. 23 n. 56 (2021)

    Em seu número 56 Sociologias apresenta o dossiê “Quantificação, Estado e participação social”, buscando evidenciar a importância de a Sociologia ampliar sua atenção para as operações e os regimes de quantificação nas sociedades contemporâneas. O dossiê explora as contribuições que o campo tem a oferecer para a reflexão sobre as questões nodais da disciplina, como o problema dos fundamentos da ordem social e da autoridade política, os processos de diferenciação social e configuração de subjetividades, a participação social, a crítica e a agência social transformadora.

  • Sociologia e Fronteiras: a produção da ilegalidade migratória na América Latina e Caribe.
    v. 22 n. 55 (2020)

    Este dossiê de Sociologias reflete criticamente sobre a produção da "ilegalidade migratória" nas fronteiras latino-americanas e caribenhas. Para tal, conta com artigos – produzidos por pesquisadores oriundos de diversas universidades e centros de pesquisa no continente americano e europeu – que examinam a produção de ilegalidade através de distintos regimes de fronteira da nossa região
  • Internacionalização da Educação Superior: instituições e diplomacia do conhecimento
    v. 22 n. 54 (2020)

    O debate público, os agentes políticos e a pesquisa acadêmica trouxeram para o centro do debate a questão da internacionalização do ensino superior. Juntamente com perguntas sobre o que (e como) se deve ensinar, a definição e a medida da qualidade do ensino e da aprendizagem, a equidade e diversificação nas instituições de Ensino Superior, emerge a discussão sobre os significados das tendências e modelos de internacionalização no ensino superior.  The public debate, policy agents and stakeholders, and academic research brought to the center of the debate the issue of Internationalization of Higher Education. Along with questions about what (and how) should be taught, the definition and measure of teaching and learning quality, the equity and diversification on Higher Education institutions, emerge the discussion on the meanings of internationalization trends and models in HE.
  • El protestantismo vivido
    v. 22 n. 53 (2020)

    El dossier trata del tema de la religión vivida (lived religion), y muestra resultados de investigaciones realizadas en tres ciudades latinoamericanas (Córdoba, Lima y Montevideo) y en una ciudad en el sur de Europa (Bilbao)
  • Sociologias, Dossiê: Corpos, Emoções e Risco

    Corpos, emoções e risco
    v. 21 n. 52 (2019)

    Neste número da revista Sociologias, ao lado de “corpos e emoções”, soma-se a ideia de “risco” a fim de incorporar à reflexão sociológica o grau de incerteza no qual se desenrolam as relações sociais cotidianas. O corpo, do ponto de vista sociológico, é compreendido como signo das relações sociais, que encerra um conjunto de representações da vida individual e coletiva, e que compõe uma gramática que se tornou objeto particular de uma sociologia especializada constituída contemporaneamente e que já consolidou diferentes frentes de pesquisa. As emoções, por sua vez, não estão separadas do seu suporte, seu veículo expressivo, o corpo. Estas, em sociologia ou antropologia, frutos da observação e análise das relações sociais, também não podem ser tratadas como substância, entidade que antecipa ou contradiz as ações humanas, mas sim como uma dimensão da vida afetiva que se modifica constantemente por conta da infinidade de possibilidades de interação humana. Nos interstícios dos corpos e das emoções, a noção de risco nos revela as incertezas da existência individual que sempre oscila entre a vulnerabilidade e a segurança, o impulso e a sensatez. A fim de desnaturalizar e relativizar tais noções, este dossiê apresenta artigos derivados de diferentes abordagens teóricas e metodológicas empreendidas por pesquisadores do Brasil, Argentina, México e França.

  • Sociologias 51 - Mudanças climáticas, ciência e sociedade

    Mudanças climáticas, ciência e sociedade
    v. 21 n. 51 (2019)

    Este dossiê articula textos de autores nacionais e internacionais que demonstram o quanto o tema das mudanças climáticas vem sendo enfrentado nas diferentes esferas de ação política e tem-se institucionalizado, demonstrando ser um objeto privilegiado para a análise do reordenamento contínuo das relações sociais por meio da interface entre conhecimento científico, políticas públicas e materialidades.
  • Agendas biomédicas: interfaces do conhecimento em saúde no século XXI
    v. 21 n. 50 (2019)

    Este dossiê reúne trabalhos inéditos no campo dos Estudos Sociais em Ciência e Tecnologia (ESCT), com o foco explícito no estudo das dinâmicas de produção do conhecimento científico em saúde no século XXI. Os trabalhos aqui incluídos resultam de pesquisas produzidas no Brasil e no exterior, em centros de excelência reconhecida no campo da chamada “Sociologia das ciências da vida” (Sociology of the Life Sciences).

  • Sociologia das migrações: entre a compreensão do passado e os desafios do presente
    v. 20 n. 49 (2018)

    O presente dossiê reúne artigos que examinam o tema das migrações internacionais sob uma perspectiva sociológica, mas de modos diversos. Relações entre movimentos internacionais de população, o fenômeno da globalização e a natureza cada vez mais multicultural das sociedades em que vivemos colocam as migrações internacionais como elemento necessário à compreensão de processos sociais que operam tanto ao nível macro quanto micro. Não é à toa que sociólogos empenhados em demonstrar como as migrações internacionais simultaneamente promovem processos tanto de homogeneização quanto de diversificação social, foram estimulados a conceber o termo glocalização.

  • Literatura e conhecimento sociológico
    v. 20 n. 48 (2018)

    Sociologias traz, em seu quadragésimo oitavo número, a discussão acerca da relação entre Sociologia e Literatura, em dossiê organizado por Ana Lúcia Teixeira. O presente número aborda a literatura simultaneamente como objeto e como ator do conhecimento sociológico. Os autores que integram o dossiê propõem diferentes abordagens para pensar a articulação entre literatura e sociologia: seja a partir da leitura, isto é, da relação estabelecida entre o autor e o leitor através do texto, seja pela concepção da literatura como possíveis caminhos perceptivos para o aprofundamento do conhecimento da sociedade, ou ainda pelo seu valor estético na relação entre forma ou conteúdo; além de discutir o potencial revolucionário da literatura ao propor outros mundos alternativos.
  • Transformações científicas e tecnológicas e implicações econômico-sociais
    v. 19 n. 46 (2017)

    Organizado por: Sonia Karam Guimarães (UFRGS/Brasil)
  • Sociologias 45 - Trabalhadores, sindicatos e a transnacionalização da militância

    Trabalhadores, Sindicatos e a Transnacionalização da Militância
    v. 19 n. 45 (2017)

    Organizado por: Maurício Rombaldi (UFPB), Kimi Tomizaki (USP) e Antonio David Cattani (UFRGS)
  • Cem Anos sem Durkheim, Cem Anos com Durkheim
    v. 19 n. 44 (2017)

    Sociologias, em seu quadragésimo quarto número, apresenta, no ano em que se completa o centenário do desaparecimento de Émile Durkheim, um resgate do pensamento do sociólogo francês na perspectiva de alguns expoentes das ciências sociais, reunindo autores de Brasil, Canadá, Estados Unidos e França. O dossiê Cem anos sem Durkheim. Cem anos com Durkheim, coordenado por Raquel Weiss, Rafael Faraco Benthien e Clarissa Eckert Baeta Neves, busca dar conta de existência de três distintas leituras da obra de Durkheim por parte de seus analistas e seguidores e, ao mesmo tempo, sondar a persistência de suas teorias no campo atual das ciências sociais e as possibilidades de atualização do pensamento durkheimiano no contexto das sociedades contemporâneas.

  • Sociologia 43 - Epistemologias do Sul: lutas, saberes, ideias de futuro

    Epistemologias do Sul: lutas, saberes, ideias de futuro
    v. 18 n. 43 (2016)

    Sociologias, em seu quadragésimo terceiro número, apresenta um debate sobre as possibilidades de repensar a sociedade contemporânea em um mundo fora do mapa. O dossiê Epistemologias do Sul: lutas, saberes e ideias de futuro, organizado por Boaventura de Sousa Santos, Sara Araújo e Maíra Baumgarten, traz a proposta de expansão da imaginação sociológica para além da exaustão intelectual e política do Norte global, incapaz de enfrentar os desafios deste século.

  • A sociedade urbana contemporânea na América Latina
    v. 18 n. 42 (2016)

    Sociologias, em seu quadragésimo segundo número, apresenta um debate sobre a sociedade urbana contemporânea na América Latina. O dossiê, coordenado pelo Professor Luciano Fedozzi, visa mostrar algo do pensamento teóricocrítico latino-americano sobre a problemática urbana da região, promover o intercâmbio de conhecimentos e mostrar o desenvolvimento de estudos comparados relacionados às grandes cidades da América Latina.

  • Epistemologia das Ciências Sociais

    Epistemologia das Ciências Sociais
    v. 18 n. 41 (2016)

    Sociologias, em seu quadragésimo primeiro número, apresenta um debate sobre conhecimento, ciência moderna e ciências sociais. O dossiê Epistemologia das Ciências Sociais traz uma importante reflexão sobre as ciências sociais e seu potencial para o entendimento do mundo. A complexidade do mundo e do fazer científico é discutida a partir das ideias da reflexividade e da colonialidade do saber.

    Na seção artigos, Leonardo Fernandes Nascimento analisa efeitos das tecnologias digitais nas sociedades e no próprio ofício da sociologia. No artigo Estamos ante um "giro poscompetitivo" en la política da ciencia, tecnología e innovación? Federico Vansen avalia que nos últimos anos surgiram novos marcos conceituais que dão maior relevância a objetivos sociais frente a metas econômicas nas políticas de CTI. Segundo o autor não se configura ainda um marco alternativo coerente e sistemático, mas sim uma consciência das limitações das políticas convencionais de CTI para abordar temas que não têm o lucro como resultado imediato. No artigo seguinte, Verónica Paiva e Juan Banfi analisam como os cartoneros da cidade de Mar del Plata utilizam o espaço público e estabelecem interações com outros atores como estratégias de sobrevivência.

    Na seção interfaces, Ana Maria Gomes e Marília Steinberger debatem a democracia participativa na regularização fundiária urbana a partir do projeto Lomba do Pinheiro em Porto Alegre e Cleber Lopes, Ednaldo Ribeiro e Marcos Tordoro apresentam um estudo sobre atitudes e visões sobre direitos humanos na polícia militar do estado do Paraná.

    As resenhas desse número são sobre os livros de Sérgio Miceli e Heloísa Pontes “Cultura e Sociedade: Brasil e Argentina” (2014) e de Isabell Lorey, “Die Regierung der Prekären (2012).

  • Sociologias 40 - Racismo e Antirracismo

    Racismo e Antirracismo
    v. 17 n. 40 (2015)

    Sociologias, em sua quadragésima edição, aborda
    a questão do racismo a partir do dossiê
    organizado pelo Profº Karl Monsma. O dossiê
    ‘Racismo e Antirracismo: ampliando o debate’
    apresenta artigos abordando o racismo contra
    grupos distintos em contextos diferentes, que
    discutem várias formas e consequências do
    racismo. Com esse dossiê espera-se aprofundar
    as discussões sobre a natureza e as variedades
    do racismo. Os autores são dos EUA, da Austrália,
    da Alemanha e do Brasil e trazem uma rica
    diversidade de abordagens e perspectivas sobre a
    temática. Na seção Artigos, Bruno Amaral
    Machado e Maria Stela Grossi Porto apresentam
    resultados parciais de pesquisa sobre Homicídios
    na Área Metropolitana de Brasília (AMB). Com o
    artigo “Trayectorias del Sur: Desplazamientos y
    conformaciones de las naciones diversas de
    Ecuador y Etiopía” Cristina Cielo, Jorge Daniel
    Vásquez, Carlos Haynes e Hailu Habtu fazem uma
    análise comparativa de distintas políticas de
    gestão da diversidade nacional dos estados de
    Equador e Etiópia. Stefania Becattini Vaccaro em
    seu artigo “Karl Marx e Hannah Arendt: uma
    confrontação sobre a noção de trabalho”
    argumenta que Arendt não compreendeu a dupla
    dimensão – filosófica e econômica – que Marx deu
    à categoria trabalho. Na seção Interfaces
    Elisângela da Silva Santos empreende uma
    análise da influência do positivismo comtiano no
    pensamento do autor uruguaio José Enrique Rodó
    (1871-1917). Esse número traz também a resenha
    de Fernando Molina, é sobre o livro de Richard
    Layard, “Felicidade: lições de uma nova ciência”.
    Rio de Janeiro: Best Seller, 2008.

  • Sociologia e Moral
    v. 17 n. 39 (2015)

    Sociologias, em sua trigésima nona edição, traz o
    dossiê Sociologia e Moral, que apresenta uma
    discussão sobre o estado atual dos estudos
    sobre a moral no âmbito da Sociologia, visando
    oferecer um leque amplo e plural de perspectivas
    teóricas sobre o tema da moral e informar sobre
    alguns dos principais debates que se vêm
    desenvolvendo em torno da mesma. A pluralidade
    se reflete também nas diferentes nacionalidades
    dos autores que compõem o dossiê: EUA,
    Brasil, Itália, Reino Unido, França e Alemanha.
    Na seção Artigos, Márcio de Oliveira e Fernando
    Kulaitis analisam o comportamento e as expectativas
    de imigrantes brasileiros na província do
    Québec, no Canadá, frente às políticas de
    imigração daquela região. Henri Bernstein, no
    segundo artigo, discute a questão da soberania
    alimentar como um programa político portador de
    postulados, expectativas e prescrições, buscando
    identificar e problematizar os diversos elementos
    que a estruturam. Por fim, Antonio Teixeira de
    Barros, analisa o contexto de implantação do
    projeto de transparência no Senado Federal,
    bem como as relações entre os enunciados
    políticos, suas lógicas de ação e de justificação.
    Na seção Interfaces, Rosangela Schulz e Maria
    Lúcia Moritz apresentam um estudo sobre a
    participação das mulheres nos processos
    eleitorais, tomando como objeto as eleições de
    2010 para a Assembleia Legislativa do RS. na
    seção de Resenhas, Francisco Thiago Vasconcelos
    contribui com uma resenha comentada do
    livro L’invention de la violence: des peurs, des
    chiffres, des faits, do sociólogo francês Laurent
    Mucchielli.

  • Tendências e desafios contemporâneos da Sociologia Política
    v. 17 n. 38 (2015)

    Sociologias, em seu trigésimo oitavo número,
    apresenta um debate sobre o campo da sociologia
    política. As relações entre Estado e Sociedade,
    quais são e como se expressam as bases societais
    do poder estatal, os processos macro-políticos de
    mudança, as desigualdades políticas, as disputas
    políticas de grupos organizados pelo poder em
    campos setoriais de políticas públicas são alguns
    dos temas que têm mobilizado esforços dos
    sociólogos brasileiros que atuam nesse campo. O
    presente dossiê apresenta quatro artigos de autores
    de variados países, que trazem temas da sociologia
    política contemporânea e um artigo que exemplifica
    como os sociólogos podem abordar problemáticas
    na área. Na seção artigos Lorena M. Monteiro,
    Joana T. Vaz de Moura e Alan D. Freire de Lacerda
    apresentam teorias da democracia buscando
    demonstrar o alcance, as convergências e os
    limites das mesmas. Cristiano Wellington Ramalho
    aborda relações socioculturais e econômicas, em
    alguns grupos de pescadores artesanais,
    abordando a moral do trabalho e do tempo livre no
    fazer cotidiano dos pescadores. Rosa Monteiro,
    Sónia Oliveira e Fernanda Daniel debatem a
    flexibilização do trabalho e mobilidade geográfica
    nas forças armadas portuguesas. Na seção de
    interfaces, Maria del Carmen Cortizo apresenta no
    texto “Socialismo e democracia: Bobbio e os
    marxistas italianos” alguns aspectos do debate
    mantido entre Norberto Bobbio e intelectuais
    vinculados ao Partido Comunista Italiano (PCI)
    sobre a teoria marxista do Estado, entre 1975 e
    1976. Este número apresenta ainda uma entrevista
    com Bernard Lahire efetuada por Cinara Rosenfield,
    Allan Queiroz, Diego Monte Blanco e Mathilde
    Mondon Navazo. As resenhas são sobre os livros
    de Marcos Costa Lima (org) “Política Internacional
    Comparada: O Brasil e a Índia nas novas relações
    sul-sul” (2012) e de Paula Marcelino: “Trabalhadores
    terceirizados e luta sindical” (2013).

  • Sociedade, conhecimentos e sustentabilidade
    v. 16 n. 37 (2014)

    Sociologias, em seu trigésimo sétimo número, apresenta o dossiê Sociedade, Conhecimentos e Sustentabilidade. Os artigos que compõem o dossiê têm em comum o enlace entre esses três temas, ora trazendo controvérsias teóricas e colocando em discussão o fazer científico, ora apresentando a temática da produção científica sobre sustentabilidade, observando arranjos conceituais, abordagens das interfaces entre humanos e não humanos, hibridismos, disciplinaridade e interdisciplinaridade. Na seção Artigos, Carlos Antonio Costa Ribeiro aborda a mobilidade de classe no Brasil contemporâneo, Emília Rodrigues Araújo e Silvia Silva analisam a mobilidade de investigadores e estudantes brasileiros em Portugal e Hernán Fair traz alguns elementos para entender o êxito da hegemonia menemista na Argentina neoliberal dos anos 90. Na seção Interfaces María Isabel Menéndez Menéndez e Marta Fernández Morales analisam a trilogia dirigida a jovens The Hunger Games, como um produto literário e cinematográfico que é portador de realismo e perspectiva política, estabelecendo pontos de contato entre o hiper-real e a sociedade atual. Na seção Resenhas Edson Benedito Rondon Filho apresenta o livro de Fabien Jobard, Abusos policiales. La fuerza pública y sus usos (2013).

  • Sociologia da Dádiva
    v. 16 n. 36 (2014)

    Sociologias, em seu trigésimo sexto  úmero,apresenta o dossiê Sociologia da Dádiva. Os artigos que compõem esse dossiê convergem para uma mesma direção: a de propor reflexões ao leitor sobre a importância da dádiva no interior dos estudos sociológicos e para revelar alternativas cognitivas, morais, estéticas, políticas e econômicas ao paradigma mercantil e utilitarista dominante na sociedade global. Na seção Artigos, Maria Eugênia Bunchaft discute a apropriação da psicologia social de George Herbert Mead para a formação da identidade nas teorias desenvolvidas por Jürgen Habermas e por Axel Honneth. À luz da teoria da solidariedade social de Émile Durkheim e de sua releitura por Jürgen Habermas, Gonzalo Assusa examina a relação entre Trabalho e Cultura, em termos de Moral. Claudio Penteado, Marcelo Santos e Rafael Araújo discutem o papel e as potencialidades das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) como propulsoras de novos processos democráticos e de mobilização social. Na seção Interfaces, Alexander Vaz explora as possibilidades de conciliação entre justiça e legitimidade nas sociedades democráticas contemporâneas. A seção Resenhas deste número aborda duas obras. A primeira, apresentada por Fernando Araújo, ainda não publicada em língua portuguesa, é La Mobilité Ambigue – Espace, temps et pouvoir aux sommets de la société contemporaine, da socióloga italiana Laura Gherardi. A segunda nos é trazida por Fernando Molina que apresenta o livro de Richard Sennett, Together, The Rituals, Pleasures and Politics of Cooperation (2013).
  • Ciências Sociais e a Questão Ambiental
    v. 16 n. 35 (2014)

           Sociologias, em seu trigésimo quinto número, apresenta o dossiê Ciências Sociais e a Questão Ambiental, que traz algo da diversidade teórico-metodológica de pesquisas sociais no tema ambiental e uma variedade de abordagens, com um diapasão que objetiva intercalar teoria e empírico acerca de questões que tratam dos problemas ambientais vivenciados pelas sociedades contemporâneas. Na seção Artigos, Everton Lazzaretti Picolotto analisa como ocorreu o processo de formação de um sindicalismo específico de agricultores familiares na região Sul do Brasil. Jordão Horta Nunes, investiga a construção das formas identitárias no trabalho em serviços. Marcelo Alario Ennes e Frank Nilton Marcon sugerem uma reflexão crítica sobre os usos superficiais da noção de identidade nas Ciências Sociais. Na seção Interfaces Sirlândia Schappo trabalha Josué de Castro e as análises sobre a agricultura de sustentação presentes em um de seus principais
    livros: Geografia da Fome (1946), articulando-as ao contexto histórico e intelectual da época. Na seção Resenhas João Freitas apresenta o livro “Mobile Lives”. London: Routledge, 2010 de Anthony Elliott e John Urry.

  • Figurações da Violência
    v. 15 n. 34 (2013)

    Sociologias, em seu trigésimo quarto número, apresenta o tema “Figurações da violência”. Esse dossiê aborda as representações coletivas sobre a violência na modernidade, com base em uma sociologia do romance policial e do romance da violência, realizando uma explanação sociológica internacional desta complexidade social, mediante análises de “Figurações da Violência” em distintos países: Uruguai, Espanha, México e Brasil, entre outros. Na seção artigos Aloisio Ruscheinsky e Esteban Arnoldo Nina Baltazer analisam a ambiguidade do sistema de proteção social e da política de mitigação da população em situação de deslocamento na Colômbia com o artigo “Los Desplazamientos Forzados como riesgos sociales asociados a las condiciones de la violencia política en Colombia” . Com o artigo “Durkheim, Mauss e a atualidade da escola sociológica francesa” Paulo Henrique Martins e Juliana de Farias Pessoa Guerra debatem a importância da atualização teórica da escola francesa no contexto de individualização social que presenciamos na experiência das modernidades. Carlos A. Gadea, com seu trabalho “O significante “negro” e a pós-africanidade: a diáspora haitiana em
    Miami” busca responder a alguns interrogantes considerando, como hipótese inicial, que a identificação com “o negro” dentre uma heterogênea população parece estar pautada, por um lado, pela “indiferença” crescente ao discurso da africanidade, e pelo outro, pela constatação de que são as diferentes situações de conflito vivenciadas por cada indivíduo as constitutivas fundamentais da auto-percepção e “reconhecimento” como indivíduo negro. Na seção Interfaces, Peter Anton Zoettl empreende uma reflexão antropológico-visual sobre o “poder do olhar em “Ver e ser visto. O poder do olhar e o olhar de volta” . Na seção Resenhas, Letícia Maria Schabbach apresenta o livro ALBANESE, Jay S.; DAS, Dilip K.; VERMA, Arvind. Organized Crime: World Perspectives. New Jersey: Prentice Hall, 2003. 482 p. 

  • Axel Honneth e a Teoria do Reconhecimento
    v. 15 n. 33 (2013)

    Sociologias, em seu trigésimo terceiro número, traz o dossiê Axel Honneth e a Teoria do Reconhecimento que apresenta a obra de Axel Honneth e os desafios de sua aplicação no Brasil a partir de artigos do próprio Honneth e outros pesquisadores que trabalham com esta teoria. Na Seção Artigos, Eduardo Santos de Oliveira desenvolve a ideia de que o Supremo Tribunal Federal é um elemento original do governo brasileiro. Pieter de Vries, em uma análise do programa teórico denominado Modernidade/Colonialidade/Descolonialidade (MCD) e sua proposta na América Latina de descolonizar o pensamento moderno a partir da experiência colonial, propõe submeter o projeto MCD a um teste etnográfico. Sergio B. F. Tavolaro analisa Gilberto Freyre e nossa “Modernidade Tropical. Na Seção Interfaces Antonio Teixeira de Barros analisa a produção social da visibilidade das temáticas ambientais no Brasil e em Portugal, no contexto recente, pelo ângulo da mediatização, com destaque para o papel da televisão. Na seção Resenhas Fernando Perlatto Bom Jardim apresenta o livro “Teoria crítica e (semi) periferia”. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011 de José Maurício Domingues.

  • Desigualdade Política, Democracia e Governança Global
    v. 15 n. 32 (2013)

    Sociologias em seu trigésimo segundo número aborda o tema “Desigualdade Política, Democracia e GovernançaGlobal”. Ao examinar como a democracia e a governança global estão relacionadas às desigualdades políticas, o dossiê conecta as duas discussões – a que trata da‘democracia’ e ‘governança global’ e a que aborda ‘desigualdades políticas’ – no esforço de avançar o debate sobre as temáticas tanto isoladamente como no que se refere às suas conexões. A discussão apresentada no dossiê dá continuidade, por um lado, ao diálogo iniciado no Congresso Mundial da International Sociological Association (ISA), em Gotemburgo, Suécia, em 2010 e, por outro lado, é caudatário do debate apresentado no volume especial (volume 41), de 2011, do International Journal of Sociology (IJS), ‘Desigualdade Política na América Latina’ (Political Inequality in Latin América), em 2011, editado pelos Professores Soraya Vargas Cortes e Joshua Kjerlf Dubrow. Na seção Artigos, Lígia Mori Madeira e Fabiano Engelmann fazem uma análise dos estudos sociojurídicos no Brasil. Em outro artigo, Afonso de Oliveira Sobrinho retoma a temática da ideologia higienista associando-a a ideia de modernidade, no contexto do espaço urbano da cidade de São Paulo, na virada entre os séculos 19 e 20. Madel Luz, Cesar Sabino e Rafael Mattos, em “A Ciência como Cultura do Mundo Contemporâneo: a utopia dos saberes das (bio)ciências e a construção midiática do imaginário social”, alertam para pouca ênfase dada na sociologia às questões da vida e da saúde humanas. Os autores debatem o papel desempenhado pela ciência na construção da cultura contemporânea envolvendo os conceitos de vida e saúde. Na seção Interfaces, Darío Rodriguez, Rodrigo Flores Guerrero e Paula Miranda Sánchez trazem um estudo de casos sobre as relações de colaboração estabelecidas entre empresas espanholas baseadas no Chile e organizações não governamentais chilenas, no contexto de programas de responsabilidade social daquelas empresas. Na seção de Resenhas, Mário Augusto Medeiros da Silva apresenta a obra O Romancista e o Engenho: José Lins do Rego e o regionalismo nordestino dos anos 1920 e 1930, de Mariana Chaguri.
  • Pesquisa Quantitativa na Sociologia
    v. 14 n. 31 (2012)

    Sociologias, em seu trigésimo primeiro número, apresenta o dossiê Pesquisa quantitativa na sociologia, que contém ensaios teóricos que tratam dos fundamentos propriamente metodológicos (e não apenas procedimentais) dos chamados ‘métodos quantitativos’ na pesquisa em ciências sociais. O dossiê busca compor uma perspectiva teóricoepistemológica relacionada ao uso dos métodos quantitativos na pesquisa social, com exemplos da aplicação prática desses métodos e de suas tendências. Assim, artigos focados em pesquisas empíricas tratam de questões relacionadas à mensuração e ao uso de bancos de dados secundários, disponíveis em sites especializados. A ideia subjacente ao dossiê é a de pautar a inescapável conexão entre as técnicas, os princípios metodológicos da pesquisa empírica (principalmente causal) e os ‘problemas de pesquisa’ derivados das agendas práticas de trabalho. Na seção Artigos Helga Gahyva, aponta o viés conservador subjacente às análises de Tocqueville, interpretando sua obra à luz da tradição liberal francesa na qual ela se insere, e que remonta à Querela das duas raças, protagonizada por Henri de Boulainvilliers no crepúsculo do século XVII. O artigo de Carlos Mejías S. e Pamela Henríquez R. analisa a nova cidadania e seu componente de construção coletiva de espaços de participação no público. Giordano Bertelli em “Errâncias racionais: a periferia o Rap e a Política” aborda a dimensão política da estética do RAP. Na seção Interfaces André Marenco realiza um balanço de reformas eleitorais nas regras para a escolha de cadeiras legislativas, na América Latina, a partir da terceira onda da democracia e Dmitri Cerboncini Fernandes aporta subsídios para a compreensão do processo que desencadeou a mudança da posição social do gênero musical samba na década de 1930. A Resenha deste número, elaborada por Igor Gastal Grill, apresenta o livro Sociologie de l’instution, organizado por Jacques Lagroye e Michel Offerlé.
  • Participação, Cultura Política e Cidades
    v. 14 n. 30 (2012)

    Sociologias, em seu trigésimo número, apresenta o dossiê Participação, Cultura Política e Cidades, que pretende contribuir para o debate acerca da democracia participativa e suas implicações na teoria sociológica atual. Os artigos que o compõem trazem um panorama da temática, refletindo sobre os principais conceitos e teorias que vêm sendo utilizados para investigar os processos participativos, as condições necessárias à emergência desses processos e as virtualidades e os desafios que lhes são colocados , entre outras questões. Na seção Artigos Rogério da Palma e Oswaldo Mário Serra Truzzi, analisam a construção social de um mercado de trabalho livre no oeste paulista cafeeiro. O artigo de Maria José Carneiro e Thais Danton, investiga como o papel da agricultura familiar na preservação da biodiversidade tem sido abordado pelas Ciências Sociais no Brasil e Marcos Chor Maio e Thiago da Costa Lopes exploram em seu artigo a interface entre Saúde Pública e Ciências Sociais no pensamento de Alberto Guerreiro Ramos, à luz de sua trajetória intelectual e do desenvolvimento daquelas disciplinas no Brasil. Na Seção interfaces, Guillermo Foladori, Santiago Figueroa, Edgar Záyago e Noela Invernizzi analisam o desenvolvimento das políticas públicas de nanotecnología no Brasil, México e Argentina. A Resenha deste número, elaborada por Aurea Ianni, debate a obra de Ulrich Beck sobre a Sociedade de Risco, através da análise dos livros Ecological Enlightenment. Essays on the politics of the Risk Society e La Sociedad del Riesgo Mundial. En busca de la seguridad perdida.
  • Sociedade e Educação: dilemas contemporâneos
    v. 14 n. 29 (2012)

    Sociologias, em seu vigésimo nono número, aborda o tema “Sociedade e Educação: dilemas contemporâneos”. Este dossiê é dedicado ao tratamento dedilemas que configuram os sistemas de ensino contemporâneos. O marco de referência para essa abordagem é um mundo marcado pela aceleração das transformações econômicas e sociais, pelo reconhecimento da urgência de modelos de desenvolvimento sustentáveis, por uma nova e abrangente revolução tecnológica na sociedade do conhecimento, pela contestação dos valores estabelecidos num cenário de pressão crescente por ampliação dos limites da experiência democrática.Na seção Artigos, Alexis Cortés M. discute as continuidadese superações de três teorias fundamentais do pensamento sociológico latino-americano: a Teoriada Transição à Modernidade de Gino Germani, a Teoria da Dependência de Fernando Henrique Cardoso e Enzo Faletto e a Teoria da Marginalidadede Roger Vekemans. Com o artigo “Sociologia da Vocação Religiosa: reprodução familiar e reproduçãoda Igreja”, Ernesto Seidl estuda as condições de produção social do grupo de profissionais da Igreja católica no estado do Rio Grande do Sul ao longo do século XX. Neiva Furlin, em seu artigo, analisa as concepções teóricas da noção de sujeito nas obras de dois intelectuais franceses, Touraine e Foucault.Na seção de Interfaces desse número, Márcia deOliveira Teixeira analisa o uso do dispositivo “Plataforma”em um espaço local e específico de produçãode ciência na área de biomedicina, com o artigo “Plataformas Tecnológicas e as práticas de pesquisa em biomedicina – observações preliminares sobre ouso de dispositivos globais e instituições locais”. Na seção Resenhas, Sadi Dal Rosso, com “Crise, Convitepara a Ação e um Manifesto Comunista”, apresenta o livro First as tragedy, then as farce de Slavoj Žizek
  • Dinâmicas da ação coletiva
    v. 13 n. 28 (2011)

    Sociologias, em seu vigésimo oitavo número, apresenta o tema – “Dinâmicas da Ação Coletiva”. Este dossiê apresenta a temática dos movimentos sociais integrando-se ao esforço de renovação desse campo de estudos no Brasil e esperando contribuir para a superação de obstáculos e incompreensões a um diálogo produtivo entre os pesquisadores do campo. Nesse sentido, os trabalhos reunidos neste dossiê abordam e/ou dialogam com perspectivas teóricas e metodológicas que hoje ocupam uma posição de centralidade no debate internacional sobre os processos que, de forma ampla, conformam aquilo que tem sido recentemente denominado como política contestatória. Na seção Artigos, Silvio Salej Higgins apresenta “O estudo dos efeitos não intencionais da ação intencional na teoria sociológica”, um artigo que debate questões que envolvem o paradoxo: a história é feita pelos seres humanos, mas não obedece a um plano humano. Com o artigo “Imagens: documentos de visões demundo“ Wivian Weller e Lucélia de Moraes Braga Bassalo oferecem um contraponto à recorrente crítica em relação à falta de fundamentação teórica, de reflexão e de rigor metodológico no tratamento e na análise dos dados. Rafael de Brito Dias debate a política científica e tecnológica brasileira, suas características constitutivas e particularidades. Na seção de Interfaces desse número, Marcelo Pereira de Mello e Márcia Regina C. Barroso debatem limites éticos da atuação do advogado. Na seção Resenhas, Edson Benedito Rondon Filho retrata o curso Segurança, Território,População, ministrado por Michel Foucault noCollège de France (1977-1978).

    Colaboram nessa edição:

    Doug McAdam, Sidney Tarrow, Rebecca Abers, Marisa Von Bülow, Gerson de Lima Oliveira, Javier Auyero, Angela Alonso, Frédéric Sawicki, Johanna Siméant, Silvio Salej Higgins, Wivian Weller, Lucélia de Moraes Braga Bassalo, Rafael de Brito Dias, Marcelo Pereira de Mello, Márcia Regina C. Barroso, Edson Benedito Rondon Filho e Marcelo Kunrath Silva.

  • Ciências sociais e desenvolvimento
    v. 13 n. 27 (2011)

    Sociologias, em seu vigésimo sétimo número, apresenta o tema “Ciências Sociais e Desenvolvimento”. Este dossiê trata do tema do desenvolvimento a partir de diversas abordagens. Os artigos de autores nacionais e internacionais evidenciam o retorno das discussões sobre desenvolvimento com a retomada de antigas preocupações tais como crescimento econômico com distribuição de riqueza e, também, com novas questões como àquelas relacionadas à sustentabilidade, a democracia e a justiça social, que vão constituindo o cerne da agenda de questões sobre o ‘novo desenvolvimento’. Na seção Artigos, Carlos Henrique Fioravanti e Léa Velho apresentam um estudo sobre as interações entre produtores de cacau e pesquisadores acadêmicos, agências de financiamento à pesquisa e atores não-humanos em meio à propagação e tentativas de contenção de uma doença que abateu a lavoura cacaueira da Bahia. Marcelo Fetz, Fabrício Antônio Defacci e Lerisson Nascimento examinam, em dois momentos distintos, as principais abordagens sociológicas sobre a ciência no Século Vinte. Nora Goren analisa as políticas de emprego trabalhando com a perspectiva de gênero. Arthur Trindade e Maria Stela Grossi Porto discutem os códigos de deontologia policial em uso em duas instituições policiais:a Polícia Militar do Distrito Federal (Brasil) e o Ottawa Police Service (Canadá). Na seção de Interfaces desse número, Marco Antonio Arantes propõe percorrer algumas considerações sartrianas a respeito de Fanon e o colonialismo francês na Argélia, tendo como pano de fundo a complexidade das relações sociais em países colonizados. Na seção Resenhas, Márcio Barcelos apresenta o livro "El Estado de bienestar social en América Latina: una nueva estrategia de desarrollo” de Sônia Draibe e Manuel Riesco.

    Colaboraram com esta edição:

    Eric Sabourin, Henry Bernstein, Claudia Schmitt, Jan Douwe van der Ploeg, Terry Marsden, Ina Horlings, Fabiano Escher, Sônia M. Draibe, Manuel Riesco, Carlos Henrique Fioravanti, Léa Velho, Marcelo Fetz, Fabrício Antônio Defacci, Lerisson Nascimento, Nora Goren, Arthur Trindade, Maria Stela Grossi Porto, Marco Antonio Arantes, Márcio Barcelos e Sergio Schneider.

  • Estudos sociais em ciência e tecnologia
    v. 13 n. 26 (2011)

    Sociologias, em seu vigésimo sexto número, apresenta o tema “Estudos sociais em ciência e tecnologia”. Este dossiê trata dos estudos em ciência, tecnologia e sociedade (CTS), em suas diversas abordagens. Os artigos de autores nacionais e internacionais destacam as tendências da agenda de pesquisa nesta área de estudos trazendo debates e reflexões que circulam em torno das principais controvérsias sociais contemporâneas com forte componente científico e tecnológico: questões energéticas, mudanças climáticas, poluição e rejeitos industriais, saúde humana, alimentos geneticamente modificados, células tronco e terapias gênicas, segurança alimentar e do uso de recursos naturais, entre outras. Na seção Artigos, Maria Luiza Lins e Silva Pires apresenta um estudo sobre cooperativismo e dinâmicas produtivas em zonas desfavorecidas que tem como objetivo identificar os arranjos produtivos desenvolvidos pelos agricultores familiares no âmbito da unidade familiar e da cooperativa. Vera Lucia Silveira Botta Ferrante e Luís Antonio Barone debatem as Parcerias” com a cana-de-açúcar: tensões e contradições no desenvolvimento das experiências de assentamentos rurais em São Paulo. Clayton Sirilo do Valle Furtado analisa o posicionamento social, através de variáveis como status da ocupação e a própria ocupação dos indivíduos, debatendo a problemática da classificação dos pobres. Na seção de Interfaces desse número, Marco Aurélio Coelho de Paiva parte da análise do livro de estreia de Alberto Rangel, Inferno verde, publicado em 1908, buscando identificar as motivações e os constrangimentos presentes no processo criativo do autor quanto à formulação de uma representação da Amazônia como sertão. Na seção Resenhas, Leandro Raizer apresenta o livro “The Politics of Climate Change” de Anthony Giddens.

    Colaboram nessa edição

    Ian Jarvie, Joseph Agassi, Yannick Barthe, Madeleine Akrich, Catherine Rémy, Léa Velho, Fernando Tula Molina, Sébastien Brunet, Pierre Delvenne, Geoffrey Joris, Gilles Bibeau, Maria Luiza Pires, Vera Lucia Botta Ferrante, Luis Antonio Barone, Clayton Sirilo Furtado, Marco Aurélio Paiva, Leandro Raizer, Jalcione Almeida, Adriano Premebida, Fabrício Monteiro Neves

  • Trabalho, emprego e precarização social
    v. 12 n. 25 (2010)

    Sociologias, em seu vigésimo quinto número, apresenta o tema – “Trabalho, emprego e precarização social”. A proposta deste dossiê temático teve sua origem em uma rede de cooperação entre pesquisadores radicados na França e no Brasil. O interesse teórico-metodológico que une os autores é delinear a emergência de diferentes formas de trabalho e emprego e sua teia de relações sociais, em uma abordagem comparativa e multidisciplinar. Na Seção Artigos Erneldo Schallenberger e Iara Elisa Schneider apresentam um estudo comparativo entre os processos de colonização e desenvolvimento territorial das regiões Oeste do Paraná e Alto Teles Pires (MT). Luana Minharo dos Santos e Katya Luciane de Oliveira analisam a percepção da saúde mental em policiais militares da força tática e de rua. Retomando nos artigos a temática do dossiê, José Ricardo Ramalho aborda a flexibilidade e crise do emprego industrial. O autor levanta a hipótese que as iniciativas mais recentes das empresas globalizadas com base na flexibilidade, apontam para um protagonismo político na formulação de propostas com o objetivo de minorar os efeitos da redução do emprego na indústria e para a construção de uma retórica que naturaliza o emprego flexível. Pertencimento, medos corriqueiros e redes de solidariedade é a temática que Mauro Guilherme Pinheiro Koury desenvolve, buscando entender como os processos de construção da semelhança e da dessemelhança entre os indivíduos e os grupos sociais se formam e se informam. Na seção de Interfaces desse número Diogo Henrique Helal e Jorge Alexandre Barbosa Neves discutem a gestão das organizações públicas no Brasil, com base nas abordagens da sociologia econômica e institucional. Na seção Resenhas, Rafael H. Moraes Pereira apresenta o livro “O Leviatã eletrônico: a trama política que colocou o Estado na internet” de Marcelo Cavalcanti Barra.

  • Políticas Públicas e Cidadania
    n. 24 (2010)

    Sociologias em seu vigésimo quarto número, apresenta o tema – “Políticas Públicas e Cidadania”. Os artigos que compõem o dossiê abordam questões relacionadas à análise de formas inovadoras de participação democrática e à compreensão dos processos que definem o modo como se constituem e se instituem as políticas públicas na América Latina, particularmente no Brasil. Na seção Artigos Gabriela Irrazábal aborda a participação de grupos católicos especializados em bioética e biodireito nos debates parlamentares sobre aborto em Buenos Aires e Henrique Novaes e Renato Dagnino debatem contrastes entre as propostas do modelo japonês e as propostas autogestionárias no que se refere à participação do trabalhador na fábrica. Ricardo Abramovay, Reginaldo Magalhães e Mônica Schroder discutem a representatividade e inovação na governança dos processos participativos, apresentando o caso das organizações brasileiras de agricultores familiares, enquanto Maria Aparecida de Moraes Silva e Rodrigo Constante Martins apresentam uma discussão sobre a dinâmica sócio-ambiental da moderna agricultura sucroalcooleira. Na seção de Interfaces desse número Francisco Xavier Freire Rodrigues aborda as recentes transformações na legislação futebolística brasileira e seus impactos no mercado de trabalho e Elizara Carolina Marin e Rejane de Oliveira Pozobon desenham um panorama sobre as vidas que cruzam fronteiras no que tange aos sonhos, antes e pós-migração. Na seção Resenhas Sadi Dal Rosso apresenta o livro “Making Globalization to Work” de Joseph E. Stiglitz e Marcelo Fetz apresenta o livro de Renato Ortiz denominado “A diversidade dos sotaques: o inglês e as ciências sociais”.
  • Democracia, Poderes e Segurança
    n. 23 (2010)

    Sociologias, em seu vigésimo terceiro número, apresenta o tema - "Democracia, poderes e segurança". Os artigos que compõem o dossiê trazem um quadro sociológico das ambivalências presentes historicamente nessa temática e expressas nos dilemas entre participação, representação, justiça e segurança. Na seção Artigos Sandro Ruduit Garcia discute aspectos das relações global-local, focalizando o processo de formação e desenvolvimento do pólo automobilístico de Gravataí e suas implicações sociais no âmbito das relações de trabalho e emprego em empresas locais e Attila Magno e Silva Barbosa analisa o processo de terceirização em uma indústria de alumínio primário e como este produz diferenciações nas identidades sociais dos trabalhadores diretos e dos terceirizados. Daniel Gustavo Mocelin aborda a mudança tecnológica e qualidade do emprego nas telecomunicações e Jan Marie Fritz apresenta a história da Resulução do Conselho de Segurança da ONU 1325 (Mulheres, Paz e Segurança), destacando a importância das Organizações Não-Governamentais na adoção da resolução. Na seção Interfaces desse número Carlos Alberto Steil e Sonia Reyes Herrera efetuam uma revisão crítica da gênese e desenvolvimento dos estudos sobre catolicismo na área de Ciências Sociais no Brasil e José Manuel Pires Leal aborda a representação do sentimento de insegurança na discursividade sobre o crime. Na seção de resenhas Daniel Pereira Andrade apresenta o livro "O legado de Foucault", organizado por Lucila Scavone, Marcos Alvarez e Richard Miskolci. Márcio Pereira Basílio resenha o livro "Tempos líquidos" de Zygmunt Bauman.
  • Metodologia e Transdisciplinaridade
    n. 22 (2009)

    Sociologias, em seu vigésimo segundo número, apresenta o tema - "Metodologia e Transdisciplinaridade". Os artigos que compõem o dossiê analisam o fazer científico atual, abordando a temática da transdisciplinaridade e da prática da pesquisa na sociedade contemporânea. Na seção Artigos Michelangelo Trigueiro apresenta o debate acerca da autonomia e não-autonomia da tecnologia na socieadde e Thales Novaes de Andrade e Airton Moreira Jr discutem aperfeiçoamento gerencial e inovação tecnológica. César Da Ros analisa a constituição de um movimento de resistência do patronato rural a vistoria de imóveis rurais realizados pelo Incra. Renato Perissinoto, Luiz Costa e Camila Tribess, traçam um perfil socioeconômico e educacional dos parlamentares paranaenses no período recente. Na seção de Interfaces desse número Elizabete Kobayashi, Lina Faria e Maria Conceição da Costa debatem eugenia e a Fundação Rockefeller no Brasil e Édison analisa o discurso midiático relativo à Copa do Mundo no Brasil. Na seção Resenhas Sandro Ruduit Garcia apresenta o livro "Trabalho e desenvolvimento regional: efeitos sociais da implantação do pólo automotivo Sul Fluminense" organizado por José Ricardo Ramalho e Marco Aurélio Santana e Renata Motta, resenha o livro "Weltrisikogesellschaft: auf der Suche nach der verlorenen Sicherheit" de Ulrich Beck.
  • Família, Gênero e Globalização
    n. 21 (2009)

    Sociologias, em seu vigésimo primeiro número, apresenta o tema "Gênero, família e globalização". Os artigos que compõem o dossiê analisam a sociedade contemporânea, com base nas mudanças ocorridas no plano mundial, mas com resultados específicos para alguns países. Outro aspecto comum aos artigos é a perspectiva de gênero. As particularidades entre eles dizem respeito à relação entre gênero e raça, o enfoque na família e a Teoria Queer. Na seção Artigos Miriam Aldeman aborda enfoques atuais e discursos sobre a pós-modernidade na Sociologia e na teoria social contemporâneas, Maria Lucia Teixeira Werneck Vianna debate a questão da participação em saúde e Renato Miguel do Carmo coloca em discussão a construção sociológica do espaço rural, propondo uma leitura sobre o espaço rural tendo por base sua oposição/relação com o urbano. Lucas Rodrigues Azambuja aborda os valores da Economia Solidária. Na seção de Interfaces desse número Nara Magalhães, trata dos significados da violência em abordagens da mensagem televisiva e Flávio da Cunha Rezende focaliza o problema dos limites da construção das novas burocracias gerenciais, no contexto das reformas administrativas contemporâneas. Na seção de resenhas André Botelho nos apresenta o livro "Mudança provocada: passado e futuro no pensamento sociológico brasileiro", de Gláucia Villas Bôas.
  • Violências, Medo e Prevenção
    n. 20 (2008)

    Sociologias, em seu vigésimo número, apresenta o tema “Violências, Medo e Prevenção”. Os artigos que compõem o dossiê abordam a relação entre modernidade, violências e a produção social do medo mediante três conjuntos de estudos. O primeiro retraça novas formas de violência e crime e analisa como a produção social do medo ocorre em contextos de vulnerabilidade social, marcados pela crise das instituições. O segundo conjunto de escritos aborda a crise do sistema de Justiça Criminal, a mediação de conflitos em delegacias e a fragilidade dos modelos de ouvidoria existentes atualmente. Por fim são avaliados os efeitos dos meios de comunicação na disseminação das violências. Na Seção de artigos, Ricardo Silva examina o pensamento político de Vianna, criticando a concepção do “autoritarismo instrumental” Os outros dois textos apresentam faces da mundialização das conflitualidades. Ramón Fogel analisa a região de Tríplice Fronteira como territórios de integração e desintegração. Marcelo Rosa investiga, mediante uma análise comparativa da “atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (no Brasil) e do Landless People´s Movement (na África do Sul)”, as “formas emergentes que o Estado adquire nesses dois contextos sociais. Na Seção Interfaces, Renato Ortiz comenta a obra de Octavio Ianni. A resenha de Renata Florentino debate o conto de Fernando Pessoa O Banqueiro Anarquista.
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