FILME SURDO - OUTRA MANEIRA DE VER?

Autores

  • Elenice Corrêa PGIE/UFRGS, PMPA/SMED
  • Tania Mara Gali Fonseca PGIE/UFRGS, PPGPSI/UFRGS
  • Liliana Passerino PGIE/UFRGS, PPGPSI/UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.22456/1679-1916.35904

Palavras-chave:

Áudio-visual, agenciamento, imagem, fabulação

Resumo

Este artigo apresenta uma experimentação com vídeo digital, em uma prática docente, realizada durante um curso de formação de professores, com a qual buscamos pensar a experimentação com a produção áudio-visual em vídeo digital, como motor de processos educacionais. Trata-se de uma experimentação de um professor apropriando-se de algumas tecnologias digitais áudio-visuais em uma atividade pedagógica direcionada a um público de alunos com deficiência auditiva. Neste trajeto, discute-se o modo como a produção áudio-visual engancha-se às territorialidades da prática pedagógica e as possibilidades de fuga. Analisa-se, também, alguns aspectos do vídeo tecendo aproximações com o cinema mudo, assinalando a peculiaridade do modo de expressão e apreensão de mundo do deficiente auditivo pelo olhar e pela gestualidade. Como ancoragens conceituais para a construção de tal análise, operamos com os conceitos filosóficos de agenciamento, imagem e fabulação, concebidos por Gilles Deleuze e Felix Guattari.

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Publicado

2011-12-30

Como Citar

CORRÊA, E.; MARA GALI FONSECA, T.; PASSERINO, L. FILME SURDO - OUTRA MANEIRA DE VER?. RENOTE, Porto Alegre, v. 9, n. 3, 2011. DOI: 10.22456/1679-1916.35904. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/renote/article/view/35904. Acesso em: 6 fev. 2023.