UM PASSARINHO NA MÃO OU DOIS VOANDO? DILEMAS DO GRUPO CARTEIRO AMIGO ENTRE SE EXPANDIR ORGANICAMENTE NA FAVELA DA ROCINHA OU SE ARRISCAR PARA ALÉM DA ZONA DE CONFORTO

Autores

  • Fernando Oliveira de Araujo Universidade Federal Fluminense Escola de Engenharia Departamento de Engenharia de Produção Programa de Pós-Graduação em Sistemas de Gestão
  • Joabe do Nascimento Salles Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense
  • Andrew Freitas Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense

Palavras-chave:

Grupo Carteiro Amigo, Distribuição Física de Produtos, Franquia Social, Negócios em Favelas

Resumo

A Rocinha, a maior favela da América Latina, além dos problemas de ordem social e econômica, como ausência de padronização de endereços das ruas e vielas, violência urbana e forte presença do tráfico de drogas, não era atendida com serviços públicos básicos, como a entrega de correspondências por meio da agência brasileira de correios. Nesse contexto, três empreendedores observam uma oportunidade e deixam seus empregos para poderem investir nessa ideia que se tornou maior do que simplesmente entregar correspondências dentro da comunidade: o Grupo Carteiro Amigo (GCA). O artigo apresenta um breve histórico da empresa e em especial, trata do dilema de expansão do GCA na Rocinha ou a formalização de um modelo de negócio franqueável, suas potencialidades e desafios a serem suplantados.

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Biografia do Autor

Fernando Oliveira de Araujo, Universidade Federal Fluminense Escola de Engenharia Departamento de Engenharia de Produção Programa de Pós-Graduação em Sistemas de Gestão

Doutor em Engenharia de Produção pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio. Mestre em Sistemas de Gestão e Engenheiro de Produção pela Universidade Federal Fluminense - UFF. Tem formação em Negociação, Liderança de Equipes e Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getulio Vargas - FGV. Atualmente, é professor, pesquisador e extensionista do Departamento de Engenharia de Produção da Universidade Federal Fluminense; Professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Sistemas de Gestão; Presidente da SFEP - Sociedade Fluminense de Engenharia de Produção, e; Avaliador Ad Hoc do INEP/ Ministério da Educação. Desenvolve e participa de iniciativas de ensino, pesquisa e extensão, com abordagem multidisciplinar, conciliando conhecimentos de engenharia de produção, com temáticas afetas à educação em engenharia; práticas de ensino-aprendizagem; tecnologias sociais e gerências de operações.

Joabe do Nascimento Salles, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense

Mestrado em Engenharia de Produção e Graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal Fluminense. Atua como profissionalmente como gerente de projetos de modificação permanente em plataformas na Petrobras. É voluntário em iniciativas sociais e comunitárias, na cidade do Rio de Janeiro e São Gonçalo. Suas linhas de interesse são: gestão de projetos e projetos sociais e solidários.

Andrew Freitas, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense

Mestrado em Engenharia de Produção e Graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal Fluminense. Atua como coordenador de cursos comunitários de preparação para concursos. Suas linhas de interesse são: inovação social; desenvolvimento territorial e práticas de ensino-aprendizagem.

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Publicado

2017-08-07

Como Citar

Araujo, F. O. de, Salles, J. do N., & Freitas, A. (2017). UM PASSARINHO NA MÃO OU DOIS VOANDO? DILEMAS DO GRUPO CARTEIRO AMIGO ENTRE SE EXPANDIR ORGANICAMENTE NA FAVELA DA ROCINHA OU SE ARRISCAR PARA ALÉM DA ZONA DE CONFORTO. Revista Eletrônica De Administração, 23(2), 351–369. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/read/article/view/59862

Edição

Seção

Casos de Ensino