PERCEPÇÃO DOS GESTORES EM RELAÇÃO AO PRINCÍPIO DA CONTROLABILIDADE PARA O ALCANCE DA JUSTIÇA ORGANIZACIONAL

Autores

  • Ilse Maria Beuren Universidade Federal de Santa Catarina - Florianópolis, SC
  • Hugo Dias Amaro Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Curitiba, PR
  • Pedro Ylunga Costa da Silva PricewaterhouseCoopers - Luanda, LD

Palavras-chave:

Percepção dos gestores, Princípio da controlabilidade, Justiça organizacional, Avaliação de desempenho

Resumo

O princípio da controlabilidade propõe que os gestores somente devem ser avaliados com base em elementos controláveis, no pressuposto de que a neutralização dos itens incontroláveis na avaliação de desempenho leva a uma maior satisfação, por ocasionar uma avaliação mais justa. Assim, este estudo objetiva averiguar a percepção dos gestores em relação ao princípio da controlabilidade para o alcance da justiça organizacional. Para tal, pesquisa descritiva com abordagem quantitativa foi realizada a partir de um levantamento junto as 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar, conforme a revista Você S/A, de 2011, em que se obteve uma amostra de 63 respondentes. De modo geral, as análises do estudo mostram que o efeito da aplicação do princípio da controlabilidade sobre o desempenho dos gestores nas empresas pesquisadas não é direta e que não leva a um aumento da percepção de justiça organizacional. Os resultados da pesquisa mostram que das hipóteses testadas somente há relação entre o princípio da controlabilidade e a justiça processual. Conclui-se que entre os gestores pesquisados parece não haver uma preocupação com a neutralização dos fatores incontroláveis, o que indica a necessidade de mais pesquisas no que diz respeito à aplicação do princípio da controlabilidade na avaliação de desempenho dos gestores. 

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Publicado

2015-08-05

Como Citar

Beuren, I. M., Dias Amaro, H., & Ylunga Costa da Silva, P. (2015). PERCEPÇÃO DOS GESTORES EM RELAÇÃO AO PRINCÍPIO DA CONTROLABILIDADE PARA O ALCANCE DA JUSTIÇA ORGANIZACIONAL. Revista Eletrônica De Administração, 21(2), 378–405. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/read/article/view/53640