DESEMPENHO ORGANIZACIONAL DO SETOR DE SEGUROS NO BRASIL: APLICANDO DEA ÀS INFORMAÇÕES CONTÁBIL-FINANCEIRAS DO ANO DE 2005

Autores

  • Ana Carolina Thomaz de Almeida Monteiro UFRuralRJ / Brasil
  • Marcelo Alvaro da Silva Macedo FACC/UFRJ e UFRuralRJ / Brasil

Palavras-chave:

Desempenho Organizacional, Seguradoras, Análise Envoltória de Dados, Informações Contábil-Financeiras, DEA

Resumo

Este artigo tem como objetivo a avaliação da eficiência do mercado segurador brasileiro no ano de 2005, através de uma análise comparativa, por segmento, das seguradoras de Vida e Previdência, Saúde e Gerais. Para tanto, com base nos dados extraídos da revista Valor Financeiro de 2006, foram construídos os indicadores  base do estudo, que são: Gasto com Benefícios, Sinistralidade, Ganho Operacional e Ganho Financeiro. A metodologia de análise utilizada foi a DEA (Análise Envoltória de Dados), modelo CRS, orientado tanto para output, quanto para input. Os resultados mostram que o ganho operacional se apresenta como um grande problema das seguradoras de todos os segmentos analisados, porém isso acontece com menor intensidade no ramo Saúde. Dessa forma, concluiu-se que maioria das instituições seguradoras tem seus desempenhos mantidos por resultados financeiros, com exceção do segmento Saúde, o único a apresentar ganhos operacionais capazes de, por si só, tornarem positivos os resultados destas instituições. Além disso, não se mostraram estatisticamente significativas, as diferenças de desempenho provenientes de variações no tamanho e no relacionamento com grandes conglomerados financeiros. Isso quer dizer que as instituições de menor porte possuem totais condições de sobrevivência e de competição, pois não é o tamanho que gera a competitividade, mas sim o desempenho superior.

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Publicado

2013-04-22

Como Citar

Thomaz de Almeida Monteiro, A. C., & da Silva Macedo, M. A. (2013). DESEMPENHO ORGANIZACIONAL DO SETOR DE SEGUROS NO BRASIL: APLICANDO DEA ÀS INFORMAÇÕES CONTÁBIL-FINANCEIRAS DO ANO DE 2005. Revista Eletrônica De Administração, 15(1), 199–229. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/read/article/view/39186