VALOR ADICIONADO AOS CONSUMIDORES LIVRES DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL POR CONTRATOS FLEXÍVEIS: UMA ABORDAGEM PELA TEORIA DAS OPÇÕES

Autores

  • Leonardo Lima Gomes IAG - Pontifícia Universidade Católica – Rio - RJ / Brasil
  • Ivone Gonçalves Luiz Fundação Capixaba de Pesquisas em Administração Contabilidade e Economia – ES / Brasil

Palavras-chave:

opções, energia elétrica, contratos, flexibilidade, mercado de energia

Resumo

O processo de reestruturação do Setor Elétrico Brasileiro, iniciado em 1997, propiciou o surgimento de um mercado livre de energia. O contrato bilateral que estabelece as quantidades de energia a serem entregues, a duração da entrega e o preço contratado tornou-se o principal instrumento de negociação neste cenário. Com o passar do tempo, os contratos no ambiente livre ficaram mais sofisticados, passando a incorporar flexibilidades como: permitir uma faixa de escolha por parte do comprador da quantidade de energia a ser entregue (opção de escolha da quantidade) ou; permitir que o comprador exerça o direito de parar ou reduzir substancialmente o consumo durante determinado intervalo pré-acordado (opção de redução). Este trabalho se propõe a responder o quanto pode valer estas flexibilidades embutidas nos contratos de energia elétrica no Brasil. As flexibilidades foram modeladas e avaliadas como opções de compra e de venda, utilizando-se simulação dos preços mensais de energia. Foram realizadas análises de sensibilidade em relação ao tamanho das flexibilidades, aos preços contratados e às taxas de desconto ajustadas ao risco. Com resultado verificou-se que o valor conjunto (agregado aos consumidores) das opções de escolha da quantidade e de redução pode ultrapassar 20% do valor do contrato no mercado livre brasileiro.

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Publicado

2013-04-18

Como Citar

Lima Gomes, L., & Gonçalves Luiz, I. (2013). VALOR ADICIONADO AOS CONSUMIDORES LIVRES DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL POR CONTRATOS FLEXÍVEIS: UMA ABORDAGEM PELA TEORIA DAS OPÇÕES. Revista Eletrônica De Administração, 15(2), 307–333. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/read/article/view/39048