As políticas de educação superior na esteira dos organismos internacionais

Autores

  • Olgaíses Cabral Maués
  • Robson dos Santos Bastos

DOI:

https://doi.org/10.21573/vol32n32016.68570

Palavras-chave:

Organismos internacionais, internacionalização da educação superior, formação de professores.

Resumo

Resultados iniciais de uma pesquisa em curso, com financiamento do CNPq; analisa a relação entre a internacionalização da educação superior, a agenda dos organismos internacionais e as políticas de formação docente no Brasil. Estudo bibliográfico sobre as estratégias adotadas pela União Europeia para o desenvolvimento da Educação Superior; os documentos da OCDE, BM e UNESCO e suas implicações sobre as políticas de formação no Brasil. Conclusões iniciais indicam que há uma grande similitude entre o propagado internacionalmente e o que se encontra na legislação brasileira sobre o assunto.

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Biografia do Autor

Olgaíses Cabral Maués

OLGAÍSES CABRAL MAUÉS é doutora em Ciência da Educação, Professora Titular da Universidade Federal do Pará (UFPA), Pesquisadora em Produtividade do CNPq, Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPA. Participante da Rede Universitas/Br, como pesquisadora do Observatório da Educação “Políticas de Expansão da Educação Superior no Brasil”. E-mail: olgaises@uol.com.br

Robson dos Santos Bastos

ROBSON DOS SANTOS BASTOS é mestre em Educação, Professor Efetivo da Rede Estadual de Ensino do Estado do Pará, Doutorando no Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Pará (UFPA). Participante da Rede Universitas/Br, como pesquisadora do Observatório da Educação “Políticas de Expansão da Educação Superior no Brasil”. E-mail: robsonbastos@hotmail.com

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Publicado

2016-12-21

Como Citar

Maués, O. C., & Bastos, R. dos S. (2016). As políticas de educação superior na esteira dos organismos internacionais. Revista Brasileira De Política E Administração Da Educação, 32(3), 699–717. https://doi.org/10.21573/vol32n32016.68570

Edição

Seção

Expansão da educação superior: balanço, perspectivas e desafios