Quando Camponeses Entram em Cena: trabalho teatral do MST e a interface com a linguagem audiovisual

Autores

Palavras-chave:

Teatro Político, Teatro do Oprimido, Vídeo Popular, Questão Agrária, Campesinato

Resumo

Neste artigo é analisada a presença dos camponeses no teatro brasileiro, em perspectiva histórica desde os anos pré-golpe de 1964 até o período recente, no qual as conexões foram estabelecidas entre movimentos sociais como o MST e coletivos de teatro político e vídeo popular. São objeto de análise do trabalho as relações do MST com esses coletivos e os lugares que a linguagem teatral passou a ocupar no MST, bem como as influências de diversas formas teatrais e a relação dessa linguagem com o audiovisual. A pesquisa procura destacar que a relação mediada pela socialização dos meios de produção artísticos é capaz de recolocar os termos do debate entre tema e forma: se a terra pode ser de todos, a arte também é um elemento inerente à condição humana, e não apenas relegado aos que se especializaram no ofício.

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Biografia do Autor

Rafael Litvin Villas Bôas, Faculdade UnB Planaltina/Universidade de Brasília

Professor de teatro na licenciatura em Educação do Campo, campus de Planaltina da UnB. Pós-Doutor em Artes Cênicas pela USP (2017), Doutor em Literatura (2009), Mestre em Comunicação (2004) pela UnB. Coordena o grupo de pesquisa Terra em Cena - UnB.

Felipe Canova, Faculdade UnB Planaltina/Universidade de Brasília

Professor de audiovisual e artes visuais no campus de Planaltina da UnB, Licenciatura em Educação do Campo. Doutor e mestre em Comunicação pela UnB. Integra o grupo de pesquisa Terra em Cena - UnB.

Publicado

2019-11-05

Como Citar

Villas Bôas, R. L., & Canova, F. (2019). Quando Camponeses Entram em Cena: trabalho teatral do MST e a interface com a linguagem audiovisual. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 9(4), 01–29. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/91022

Edição

Seção

Movimentos Sociais em Cena