O MST no Front Digital: a mística como prática performativa e forma insurgente de luta política

Autores

  • Janecleide Moura De Aguiar COLÉGIO PEDRO II - Departamento de Sociologia

Palavras-chave:

MST, Práticas Performativas, Tecnologias Digitais, Reforma Agrária, Mística

Resumo

A investigação apresentada buscou reunir subsídios teóricos e metodológicos para compreender a organização política do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), não somente por intermédio de suas clássicas formas de luta –ocupações e marchas –, mas através da mística, com dramatizações e performances constituintes desse cenário. As práticas performativas apresentadas durante o VI Congresso Nacional (2014) foram estudadas pelo levantamento de dados disponibilizados em diferentes repositórios na internet e pelo uso da etnografia digital. Em linhas gerais, foram analisados os espaços de resistência criados pelos movimentos sociais em sua luta por emancipação no século XXI.

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Biografia do Autor

Janecleide Moura De Aguiar, COLÉGIO PEDRO II - Departamento de Sociologia

Coordenação do Curso de Especialização em Ciências Sociais e Educação Básica (PROPGPEC- Colégio Pedro II)

Doutorado em Psicologia Social (Eicos - UFRJ). 

Mestrado em Sociologia (IFCS - UFRJ).

Licenciatura em Ciências Sociais (IFCS - UFRJ). 

Bacharelado em Ciências Sociais (IFCS - UFRJ)

Publicado

2019-11-05

Como Citar

Aguiar, J. M. D. (2019). O MST no Front Digital: a mística como prática performativa e forma insurgente de luta política. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 9(4), 01–28. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/91013

Edição

Seção

Movimentos Sociais em Cena