Pina Bausch e Café Müller no Cinema: a mise-en-scène da copresença do corpo e dos olhos fechados

Autores

  • Cristiane Wosniak (Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR, Curitiba/PR, Brasil)

Palavras-chave:

Pina Bausch, Café Müller, Cinema, Copresença, Representação

Resumo

Pina Bausch e Café Müller no Cinema: a mise-en-scène da copresença do corpo e dos olhos fechados - Neste artigo pretendo refletir sobre a questão da copresença do corpo dançante no excerto Café Müller, de Pina Bausch, sob o olhar cinematográfico de Wim Wenders em Pina (2011). Como ancoragem teórica, trago à cena o ensaísta e cineasta Jean-Louis Comolli ‒ mise-en-scène, representação, copresença ‒ e a filosofia do cinema da diferença de Gilles Deleuze. Ao se moldar sobre as relações com o tempo, o objeto empírico da investigação traça rupturas e refrações das imagens como potência de representação. Da (im)perfeição dos olhos fechados em Café Müller à re(a)presentação em falso-raccord da imagem coalescente: o olhar da montagem cinematográfica como produção de presença em dança.

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Biografia do Autor

Cristiane Wosniak (Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR, Curitiba/PR, Brasil)

Doutora em Comunicação e Linguagens (Estudos de Cinema e Audiovisual) pela UTP; Mestra pelo mesmo programa (PPGCOM - UTP). Professora Adjunta da UNESPAR - Centro de Artes. Leciona para os cursos de Bacharelado em Cinema e Audiovisual e Bacharelado e Licenciatura em Dança.

Publicado

2018-06-23

Como Citar

Wosniak (Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR, Curitiba/PR, Brasil), C. (2018). Pina Bausch e Café Müller no Cinema: a mise-en-scène da copresença do corpo e dos olhos fechados. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 8(3), 469–486. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/76227

Edição

Seção

Pina Bausch