Monstros, Rojões, Bambus, Bolas e o Fundão: encantarias em performances de uma juventude rueira

Autores

  • Gustavo Coelho (Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, Rio de Janeiro/RJ, Brasil ) UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Palavras-chave:

Juventude. Epistemologia. Estética. Subjetividade. Imaginário.

Resumo

O artigo dedica-se a esmiuçar algumas imagens e objetos produzidos em um universo de culturas jovens marginalizadas. Dado o alto fluxo de jovens entre elas, essas práticas são aqui compreendidas como uma rede. Tal rede envolve a piXação, as torcidas organizadas de futebol, as turmas de bate-bola e os bailes funk. Analisa-se, então, com uma abordagem interessada nos estudos do imaginário, e nas suas relações com a antropologia, a filosofia e a psicologia, os monstros que dão nome às equipes de som dos bailes, os bambus usados pelas torcidas, a bola/bexiga dos bate-bolas e o rojão em sua ambivalência arma-alegoria, além da presença constante da imagem do fundo.

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Biografia do Autor

Gustavo Coelho (Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, Rio de Janeiro/RJ, Brasil ), UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro

 

Publicado

2022-10-04

Como Citar

Coelho (Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, Rio de Janeiro/RJ, Brasil ), G. (2022). Monstros, Rojões, Bambus, Bolas e o Fundão: encantarias em performances de uma juventude rueira. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 8(2), 197–218. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/75951

Edição

Seção

Corpo, Imagem, Educação