PARC (Performances de Arte Relacional como Cura): performance e somatic experiencing

Autores

  • Tania Alice (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil) UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Palavras-chave:

performance, arte relacional, Experiência Somática®, arte socialmente engajada, espaço público.

Resumo

O artigo propõe um alargamento do conceito de arte socialmente engajada de Pablo Helguera, utilizado para descrever trabalhos artísticos que borram as fronteiras entre projeto social e projeto artístico. A partir da análise do processo de criação da performance Bate-Papo na Cama, e que consiste em colocar a minha cama em espaços públicos de diferentes países do mundo, o artigo pretende pensar como a prática artística pode ser intensificada e aprofundada pelos recursos oferecidos pelo somatic experiencing (SE) A prática, desenvolvida por Peter Levine, ajuda a pensar, conceber e realizar projetos artísticos fronteiriços não somente entre projeto artístico e projeto social, mas também que borrem as fronteiras com o projeto terapêutico, seja ele individual ou coletivo, gerando o conceito de performances de arte relacional como cura (PARC).

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Biografia do Autor

Tania Alice (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil), UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Performer e professora do Departamento de Atuação Cênica da Escola de Teatro da UNIRIO.

Publicado

2022-10-13

Como Citar

Alice (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil), T. (2022). PARC (Performances de Arte Relacional como Cura): performance e somatic experiencing. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 5(2), 396–412. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/45938

Edição

Seção

Outros Temas