Marguerite Duras/Claude Régy: L’Amante Anglaise, gênese de uma escrita, gestação de um teatro

Autores

  • Almuth Grésillon UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Porto Alegre - RS
  • Marie-Madeleine Mervant-Roux (Centre National de la Recherche Scientifique, CNRS – Paris, França)

Palavras-chave:

Gênese, Texto, Cena, Produção Teatral, Inacabamento

Resumo

Este artigo tem como objetivo a gênese da primeira encenação de L’Amante Anglaise de Margarite Duras, por Claude Régy, uma feliz gênese, realizada a partir da influência recíproca entre a dramaturgia e a cena. Afronta-se, sem uma resposta exata, uma questão teórica importante para a crítica genética aplicada ao teatro: a obra estudada seria o texto dramático ou o espetáculo? Dependendo do acento na primeira ou na segunda resposta, o eixo organizador do dossiê genético pode ser o trabalho de escritura do autor e todas as encenações de L’Amante Anglaise, formando um conjunto teoricamente unificado; ou, os registros do diretor e o conjunto de suas criações. Este estudo explora uma terceira possibilidade, estipulando um necessário cruzamento entre as duas hipóteses.

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Publicado

2013-06-06

Como Citar

Grésillon, A., & Mervant-Roux (Centre National de la Recherche Scientifique, CNRS – Paris, França), M.-M. (2013). Marguerite Duras/Claude Régy: L’Amante Anglaise, gênese de uma escrita, gestação de um teatro. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 3(2), 496–515. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/38117

Edição

Seção

Genética Teatral

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