Sobre Refuse The Hour, Kentridge e seus Espaços-Tempos de Criação

Autores

  • Fanny Le Borgne (Université Paris III Sorbonne-Nouvelle – Paris, França) Paris 3 Sorbonne-Nouvelle

Palavras-chave:

Kentridge, Interdisciplinaridade, Processo, Ensaios, Atelier

Resumo

Este texto discute, no cruzamento entre teatro, cinema e artes plásticas, a obra que o sul-africano William Kentridge desenvolveu desde o final dos anos 1980 de forma densa, polimórfica e multidisciplinar, circulando entre diversas formas de expressão o status de processo de criação. Propõe-se pensar sobre a preparação de seus espetáculos, que é acom- panhada por múltiplos vídeo-instalações, gravuras, colagens e objetos. Este artigo mostra como esses vestígios de um trabalho de artista plástico, associados a um tempo de trabalho coletivo (os workshops), além dos ensaios, deslocam a análise genética dos seus espetáculos para outros espaços-tempos e outras modalidades de trabalho, que são diferentes do tra- balho de cena.

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Biografia do Autor

Fanny Le Borgne (Université Paris III Sorbonne-Nouvelle – Paris, França), Paris 3 Sorbonne-Nouvelle

Scénographe de formation et de métier, Fanny Le Borgne a soutenu en 2012 un mémoire de recherche en études théâtrales sur William Kentridge à l’université Paris 3 Sorbonne-Nouvelle. Elle s’intéresse aux liens entre art plastique et scène et aux processus de création.

Publicado

2013-06-06

Como Citar

Le Borgne (Université Paris III Sorbonne-Nouvelle – Paris, França), F. (2013). Sobre Refuse The Hour, Kentridge e seus Espaços-Tempos de Criação. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 3(2), 481–495. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/37504

Edição

Seção

Genética Teatral