Rastros que emulam Figuras: a montagem de Improviso de Ohio, de Samuel Becket

Autores

  • Luiz Marfuz (Universidade Federal da Bahia – Salvador, Brasil) Universidade Federal da Bahia/Escola de Teatro

Palavras-chave:

Beckett, Encenação, Genética Teatral, Improviso de Ohio, Teatro

Resumo

Este texto examina, sob o ponto de vista da genética teatral, os prin- cípios e procedimentos que nortearam a encenação da peça Improviso de Ohio, de Samuel Beckett, com tradução da escritora e dramaturga Cleise Mendes. A análise contempla os elementos textuais, sonoros e visuais da montagem, dirigida pelo autor deste artigo, com ênfase nos rastros do percurso criativo: esboços, fotos, depoimentos, críticas e maquetes, que constituem o que se convencionou chamar de protoencenação, como equivalência ao termo prototexto.

 

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Biografia do Autor

Luiz Marfuz (Universidade Federal da Bahia – Salvador, Brasil), Universidade Federal da Bahia/Escola de Teatro

Luiz Marfuz é doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas e bacharel em Comunicação e em Administração, também pela UFBA. É diretor teatral, arte-educador e professor-adjunto da Escola de Teatro da UFBA nos cursos da graduação e pós-graduação em artes cênicas. Publicou o livro Harildo Déda: a matéria dos sonhos (2011) em coautoria com Raimundo Leão.  É coordenador do Grupo de Pesquisa PÉ NA CENA - Poéticas de Atuação e Encenação, vinculado ao CNPq.

Publicado

2013-06-06

Como Citar

Marfuz (Universidade Federal da Bahia – Salvador, Brasil), L. (2013). Rastros que emulam Figuras: a montagem de Improviso de Ohio, de Samuel Becket. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 3(2), 458–480. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/37048

Edição

Seção

Genética Teatral