"Contar histórias sempre foi a arte de contá-las de novo"

Autores

  • Ana Cecília de Carvalho Reckziegel UFRGS
  • Gisela Costa Habeyche UFRGS

Palavras-chave:

Processo de Criação, Improvisação, Experiência, Usina do Trabalho do Ator, Cinco Tempos para a Morte

Resumo

O presente artigo discute alguns aspectos do processo improvisacional da criação do espetáculo "Cinco tempos para a morte" e os relaciona à experiência de presença descoberta nesse trabalho, a partir do pensamento de Richard Schechner, Henri Bergson e Walter Benjamin. Para tanto são pinçadas duas cenas performadas pelas próprias autoras na montagem mencionada, que consistem na narração de dois acontecimentos vividos pelas atrizes, colocando-as na situação de realizar um depoimento diante da platéia, sem a intermediação de um personagem.

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Biografia do Autor

Ana Cecília de Carvalho Reckziegel, UFRGS

Professora da área de atuação teatral no Departamento de Arte Dramática da UFRGS, atriz-pesquisadora do núcleo de investigação teatral Usina do Trabalho do Ator, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS.

Gisela Costa Habeyche, UFRGS

Professora de voz para teatro no Departamento de Arte Dramática da UFRGS, atriz-pesquisadora do núcleo de investigação teatral Usina do Trabalho do Ator, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS.

Publicado

2022-10-18

Como Citar

Reckziegel, A. C. de C., & Habeyche, G. C. (2022). "Contar histórias sempre foi a arte de contá-las de novo". Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 2(2), 532–547. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/31445

Edição

Seção

Usina do Trabalho do Ator, 20 anos