Dança, ditadura civil-militar e políticas de dança nas obras ‘Quebradas do Mundaréu’ e ‘Kuarup...’ do Ballet Stagium

Autores

  • Rafael Guarato Universidade Federal de Goiás

Palavras-chave:

Dança, política, ditadura civil-militar, Ballet Stagium.

Resumo

Este artigo se dedica a demonstrar que a historiografia da dança no Brasil ao emoldurar e explicar as obras do Ballet Stagium a partir do contexto social e subsidiado por uma episteme dicotômica, culminou no abandono das políticas específicas da dança. O objetivo do texto é analisar táticas políticas específicas ao fazer artístico da dança, empregadas pela companhia durante a década de 1970. Para tanto, a investigação se dedica às obras Quebradas do mundaréu e Kuarup..., no intuito de restituir a elas seu potencial de atuação politizada no contexto no qual foram produzidas, sem estarem sucumbidas à política governamental. O estudo recorre a fontes históricas e orientado por teorias e debates existentes no campo dos estudos de dança, dos estudos culturais e da filosofia política.

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Biografia do Autor

Rafael Guarato, Universidade Federal de Goiás

Historiador da dança e professor do curso de graduação em Dança e dos Programas de Pós-Graduação em Artes da Cena e Performances Culturais da Universidade Federal de Goiás (UFG). Doutor em Historia e Líder do Grupo de Pesquisa em Memória e História da Dança (CNPq) e integrante del grupo Descentradxs - Descentrar la Investigación en Danza. Além de artigos publicados em diferentes periódicos nacionais e internacionais, é autor dos livros "Dança de rua: corpos para além do movimento" (2008) e "Ballet Stagium e a fabricação de um mito" (2019).

Publicado

2021-12-27

Como Citar

Guarato, R. (2021). Dança, ditadura civil-militar e políticas de dança nas obras ‘Quebradas do Mundaréu’ e ‘Kuarup.’ do Ballet Stagium. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 12(1), 1–36. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/113466

Edição

Seção

Dança: História e Historiografia