Cinema de asserção pressuposta: apontamentos sobre a construção intencional em dois curtas-metragens brasileiros

Autores

  • Cristiana Magalhães de Carvalo Azevedo Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Potiguara Mendes da Silveira Jr Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Marília Xavier de Lima Universidade Anhembi Morumbi

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583202050.199-221

Palavras-chave:

Curta-metragem. Cinema Brasileiro. Ficção. Documentário. Cinema de asserção pressuposta.

Resumo

Outra linguagem surge no cenário de produção cinematográfica de curtas-metragens brasileiros. Utilizando-se de uma narrativa híbrida, diretores moldam a forma fílmica de acordo com um ideal de representação particular. Parte-se do conceito do cinema de asserção pressuposta, de Noël Carroll (2005), para análise dos curtas-metragens Deus (2016), de Vinícius Silva, e Magalhães (2018), de Lucas Lazarini. Observa-se o enquadramento da ação subjetiva apontado para uma asserção do mundo contemporâneo e listam-se as novas qualidades da construção da imagem em cada uma das obras.

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Biografia do Autor

Cristiana Magalhães de Carvalo Azevedo, Universidade Federal de Juiz de Fora

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora.

Potiguara Mendes da Silveira Jr, Universidade Federal de Juiz de Fora

Professor Titular da Faculdade de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Marília Xavier de Lima, Universidade Anhembi Morumbi

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação na Universidade Anhembi Morumbi.

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Publicado

2020-08-31

Como Citar

Azevedo, C. M. de C., P. M. da Silveira Jr, e M. X. de Lima. “Cinema De asserção Pressuposta: Apontamentos Sobre a construção Intencional Em Dois Curtas-Metragens Brasileiros”. Intexto, nº 50, agosto de 2020, p. 199-21, doi:10.19132/1807-8583202050.199-221.

Edição

Seção

Artigos