Jurandy surfa sobre um Jacaré tocando o bolero de Ravel

Autores

  • Heloísa de Araújo Duarte Valente Doutora, Universidade Paulista

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583202050.23-43

Palavras-chave:

Paisagem sonora. Cartão postal sonoro. Entretenimento. Bolero de Ravel. Performance.

Resumo

A partir do estudo do conhecido “pôr-do-sol na Praia do Jacaré” (Cabedelo - PB), ao som do Bolero, de Ravel, invenção do músico conhecido como Jurandy do Sax, pretende-se abordar as formas de apropriação da obra musical, transformada em objeto de consumo turístico. Para tanto, analisar-se-á como se dá o processo de movência da obra de Ravel, a partir de distintas formas de apropriação, performances e concepções estéticas da obra. Em seguida, descrevem-se as estratégias adotadas por Jurandy, que funcionam como elementos simbólicos de reforço na sua forma de interação com o público. Paralelamente, ressalta-se a criação de Jurandy como o estabelecimento de uma paisagem sonora peculiar. Dentre as conclusões, destaca-se a importância do músico na autopromoção de seus produtos, além da criação de um filão de consumo midiático da música pelo turismo.

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Biografia do Autor

Heloísa de Araújo Duarte Valente, Doutora, Universidade Paulista

Pesquisadora em música e cultura midiática, semiótica musical, música popular. Coordenadora do Centro de Estudos em Música e Mídia- MusiMid.

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Publicado

2020-08-31

Como Citar

Valente, H. de A. D. “Jurandy Surfa Sobre Um Jacaré Tocando O Bolero De Ravel”. Intexto, nº 50, agosto de 2020, p. 23-43, doi:10.19132/1807-8583202050.23-43.

Edição

Seção

Artigos