A morte do homem e o império da intertextualidade

uma experiência tropicalista

Autores

  • Alexandre Rocha da Silva Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583202254.120322

Palavras-chave:

Intertextualidade, Nietzsche, Comunicação, Tropicália

Resumo

Este artigo foi publicado originalmente em 1997, no volume Semiótica e Pragmática da Comunicação, dos Cadernos de Comunicação do Mestrado em Semiótica, organizado por Elizabeth B. Duarte e lançado pela Editora UNISINOS (São Leopoldo, RS). Aparece, aqui, pela primeira vez em versão digital. Transcrito por Cássio B. Lucas. Alexandre, então aluno de mestrado, discute aqui algumas concepções de intertextualidade em conjunção com o problema nietzscheano da superação da forma-homem e das cartografias de forças que configuram o sentido da comunicação. Analisa, por fim, uma canção de Caetano Veloso em que se abrem várias linhas intertextuais para a revisão crítica e criativa da Bossa Nova.

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Publicado

2022-08-08

Como Citar

Silva, A. R. da. “A Morte Do Homem E O império Da Intertextualidade: Uma Experiência Tropicalista”. Intexto, nº 54, agosto de 2022, p. 120322, doi:10.19132/1807-8583202254.120322.