Por uma comunicação dissidente face ao assédio moral organizacional

Autores

  • Cleusa Maria Andrade Scroferneker Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Luciana Buksztejn Gomes Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Francielle Benett Falavigna Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Fernanda Luz Moraes Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583202152.102850

Palavras-chave:

Comunicação organizacional, Assédio moral, Assédio moral organizacional

Resumo

Assédio moral e assédio moral organizacional são temas que, embora não sejam recentes, vêm merecendo alguns espaços de discussão. Em 2018, esse foi um dos temas que abordamos quando da realização do IV SICO-Seminário Internacional de Comunicação Organizacional. Na oportunidade buscamos esclarecer a distinção entre essas duas modalidades de assédio, destacando as suas práticas mais contundentes e expressivas, mas também o seu lado nefasto, que têm no silenciamento, talvez, o seu lado mais perverso, ao tornar o outro um ser invisível. Consideramos os resultados da Pesquisa divulgada pelo Grupo de Planejamento de São Paulo e recorremos às decisões contidas em acórdãos – documentos públicos oriundos de decisões proferidas pelos Tribunais para refletir sobre a comunicação dissidente em ambientes organizacionais face ao assédio moral e assédio moral organizacional. Uma das nossas inquietações diz respeito à (im)possibilidade dos funcionários/empregados se manifestarem [e/ou tentarem se manifestar] para expressar uma posição contrária – notadamente entendida pela gestão como enfrentamento.

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Biografia do Autor

Cleusa Maria Andrade Scroferneker, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Professora titular do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social (PPGCom) e da Escola de Comunicação, Artes e Design (FAMECOS) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Doutorado e Pós-doutorado em Comunicação Social pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP).

Luciana Buksztejn Gomes, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Doutoranda em Comunicação Social pela PUCRS. Mestre em Comunicação pela mesma universidade. Membro do Grupo de Pesquisa em Estudos Avançados em Comunicação Organizacional – GEACOR/CNPq. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais (PUCRS). Atualmente é Assessora de Representação Institucional da Rede Marista.

Francielle Benett Falavigna, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Doutoranda em Comunicação Social pela PUCRS. Mestre em Comunicação pela mesma universidade. Membro do Grupo de Pesquisa em Estudos Avançados em Comunicação Organizacional – GEACOR/CNPq. Bacharel em Relações Públicas (PUCRS).

Fernanda Luz Moraes, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Bolsista de Mestrado CNPq (modalidade integral), mestranda em Comunicação Social pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social (PPGCom) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais (PUCRS) e Relações Públicas (PUCRS).

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Publicado

2021-10-21

Como Citar

Andrade Scroferneker, C. M., L. B. Gomes, F. B. Falavigna, e F. L. Moraes. “Por Uma comunicação Dissidente Face Ao assédio Moral Organizacional”. Intexto, nº 52, outubro de 2021, p. 102850, doi:10.19132/1807-8583202152.102850.

Edição

Seção

Artigos