Bioestatística e Epidemiologia: Perguntas que você sempre quis fazer, mas nunca teve coragem

Autores

  • Stela Maris de Jezus Castro Unidade de Bioestatística, Grupo de Pesquisa e Pós-graduação (GPPG), Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil. Departamento de Estatística, Instituto de Matemática e Estatística, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Aline Castello Branco Mancuso Unidade de Bioestatística, Grupo de Pesquisa e Pós-graduação (GPPG), Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Vanessa Bielefeldt Leotti Unidade de Bioestatística, Grupo de Pesquisa e Pós-graduação (GPPG), Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil. Departamento de Estatística, Instituto de Matemática e Estatística, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Vânia Naomi Hirakata Unidade de Bioestatística, Grupo de Pesquisa e Pós-graduação (GPPG), Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Suzi Alves Camey Unidade de Bioestatística, Grupo de Pesquisa e Pós-graduação (GPPG), Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil. Departamento de Estatística, Instituto de Matemática e Estatística, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Porto Alegre, RS, Brasil.

Palavras-chave:

Delineamentos, nível de evidência, medidas de associação, ensaios clínicos, análise por intenção de tratar, análise por protocolo, amostra aleatória, amostra por conveniência, randomização em blocos

Resumo

Dando continuidade aos artigos da série “Perguntas que você sempre quis fazer, mas nunca teve coragem”, que tem como objetivo responder e sugerir referências para o melhor entendimento das principais dúvidas estatísticas levantadas por pesquisadores da área da saúde, este terceiro artigo aborda o contexto epidemiológico. Neste contexto, foram diferenciadas as principais medidas como prevalência, incidência, Odds Ratio (OR), Risco Relativo (RR), Razão de Prevalência (RP) e Hazard Ratio (HR), foi esclarecido o uso de análises por intenção de tratar e análise por protocolo, e também discutidos alguns dos termos comumente utilizados e pouco compreendidos como tipo de amostra, nível de evidência, relevância clínica e estatística, entre outros.

Palavras-chave: Delineamentos; nível de evidência; medidas de associação; ensaios clínicos; análise por intenção de tratar; análise por protocolo; amostra aleatória; amostra por conveniência; randomização em blocos

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Publicado

2019-12-20

Como Citar

1.
Castro SM de J, Mancuso ACB, Leotti VB, Hirakata VN, Camey SA. Bioestatística e Epidemiologia: Perguntas que você sempre quis fazer, mas nunca teve coragem. Clin Biomed Res [Internet]. 20º de dezembro de 2019 [citado 9º de dezembro de 2022];39(3). Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/hcpa/article/view/96394

Edição

Seção

Seção de Bioestatística

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