O Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina de 2009: O Papel dos Telômeros e da Telomerase na Manutenção dos Cromossomos

Autores

  • Laura Bannach Jardim Hospital de Clínicas de Porto Alegre, RS
  • Patrícia Ashton-Prolla Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Sharbel Weidner Maluf Hospital de Clínicas de Porto Alegre, RS

Palavras-chave:

Genética, Telômeros, Telomerase, Prêmio Nobel

Resumo

Blackburn, Szostak e Greider responderam uma pergunta que assombrava há anos a biologia: como as terminações dos cromossomos são poupadas da erosão e dos rearranjos durante as divisões celulares?

A própria pergunta é difícil de ser compreendida, sem revisarmos um pouco a história do conhecimento sobre os cromossomos. A descoberta de sua função rendeu um primeiro Prêmio Nobel a Thomas H Morgan em 1933. Um segundo e um terceiro premiados, Hermann Muller (1946) e Barbara McClintock (1983) subsequentemente descobririam que cromossomos “quebrados” eram instáveis e muito propensos a rearranjos. Mas Hermann Muller já notava que as pontas constitucionais dos cromossomos impediam ou dificultavam esses eventos danosos. Foi ele que as denominou de “telômeros” - do grego telos - término – e meros – parte.

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Como Citar

1.
Jardim LB, Ashton-Prolla P, Maluf SW. O Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina de 2009: O Papel dos Telômeros e da Telomerase na Manutenção dos Cromossomos. Clin Biomed Res [Internet]. 15º de janeiro de 2010 [citado 3º de dezembro de 2022];29(3). Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/hcpa/article/view/11831

Edição

Seção

Prêmio Nobel de Medicina

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