Revista GEARTE https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte REVISTA GEARTE Universidade Federal do Rio Grande do Sul pt-BR Revista GEARTE 2357-9854 <p><span>Os leitores são livres para transferir, imprimir e utilizar os artigos publicados na Revista, desde que haja sempre menção explícita ao(s) autor (es) e à Revista GEARTE e que não haja qualquer alteração no trabalho original. 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Trabalhei nessa escola com a turma do terceiro ano do ensino fundamental, na classe da professora Marcia Costa, por aproximadamente um mês. O projeto se deu a partir de uma série de encontros nos quais se buscou a fabulação de uma convenção mundial de países imaginários — mote para se debater conflitos já existentes e para estimular a imaginação de outros possíveis futuros. Partindo dessas premissas, os estudantes participantes tornaram-se responsáveis por elaborar e representar seu respectivo país imaginário bem como sua cultura, escrita, idioma, bandeira, indumentárias, códigos, vozes, valores, desejos, entre outros, colocando-se como protagonistas em um processo de concepção de políticas alternativas para a construção de um novo mundo. Assim, com o intuito de reforçar o papel social da aula como um encontro acontecimental e a valorização da criança enquanto sujeito propositor e criador, o trabalho utilizou a fabulação como um mecanismo para testar procedimentos de negociação e para estimular modos de convívio e de contato a partir do dissenso. Gustavo Torrezan Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.116799 Ensino de arte e formação de professores: a aula como invenção de possibilidades https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/121253 O atual contexto da pandemia e as noções de invenção de Ailton Krenak e José Antonio Marina são o ponto de partida para as reflexões sobre a noção de aula de arte como invenção de possibilidades desenvolvidas no texto. Ao mesmo tempo que as relações entre ensino de arte, escola pública e formação de professores são tecidas, o trabalho realizado na fase inicial do Subprojeto Arte do Programa de Residência Pedagógica da Universidade de São Paulo é parcialmente apresentado e analisado. Sumaya Mattar Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.121253 De linhas e marcas de existência: o evento pedagógico como evento artístico https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/116798 <p>Este artigo apresenta reflexões provenientes dos Estágios Supervisionados em Artes Visuais na Universidade de Brasília sobre a aula como uma marca na construção de uma vida. Com base nas ideias da pedagogia do evento e imanência da aprendizagem de Denis Atkinson e da metodologia de Investigação Baseada em Arte (IBA), a autora analisa linhas de fuga à rigidez dos modelos educativos transcendentalistas com cinco aberturas nos processos de aprendizagem: à imaginação, subjetivação, corporificação, singularização e diferenciação. Com isto, aponta para a relevância de criar eventos pedagógicos como eventos artísticos que considerem as linhas de aprendizagem dos estudantes.</p> Tatiana Fernández Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.116798 Do lado de cá da linha do Equador: tentavias do pensar/saber/sentir a existência docente em artes visuais https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/116795 Por essa margem de cá do Amazonas, justamente onde a linha do equador fende o mundo, apresento reflexões intimistas sobre a formação inicial de professores em artes visuais. Falo e escrevo como penso, sistematizo e operacionalizo aulas ministradas no Curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Federal do Amapá CLAV/UNIFAP. Problematizo correlações atinentes aos argumentos de Visualidades, Ciência e Arte que se instituem, aferindo importância e necessidade da universidade e do professor na vida social. Assim, a condição da visualidade como força de construção/produção dos modos de ver se aliam à dinâmica de aprendizados rituais, considerando corpo, mente, sensações e, vivências de uma cultura filógina. As dinâmicas rituais sinalizam outros envolvimentos e decerto mobilizam outras dimensões da existência na universidade. Assim, a orientação impulsiona tentavias da invent/Ação no horizonte da criação e autonomia docente e a vida em sala de aula. Essas ideias aliam-se pelo fazer e o pensar, de inspiração feminista com a materialidade da arte, empreendem e compõem a experiência profissional entre cartografias sentimentais na formação de professores em artes visuais. Concluo com o interesse reflexivo de fazer pensar pela prática, almejando deslocamentos e descolamentos perceptivos das relações com a educação, da arte e seu ensino no espaço acadêmico, sobretudo relações pautadas pelas vivências sensoriais. Silvia Carla Marques Costa Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.116795 Da morfologia da natureza à ecosofia: experiência didática no Mestrado em Arte https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/116794 A disciplina do Mestrado em Arte da Universidade de Sevilha, Morfologia da Natureza, insere-se numa linha de investigação e produção artística centrada no território e no meio ambiente. Seu nome pode parecer asso­ciado a uma análise formal do mundo natural, mas nos tempos do Antropoceno não podemos analisar as formas sem entendê-las como processos em contínua transformação. Seguindo Guattari, entendemos que o mundo natural é afetado pelo individual, pelo social e pelo meio ambiente, então as propostas didáticas devem abranger essas áreas. Mostramos aqui algumas experiências, a sua abordagem em sala de aula e o desenvolvimento de algumas atividades dentro desta disciplina. Rocío Arregui-Pradas Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.116794 Mesas ao ar livre: como as restrições no contexto pandêmico condicionaram o processo de criação na formação de professores? https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/116796 Neste texto apresentamos uma experiência de formação de professores que surgiu das restrições geradas em um contexto pandêmico ocasionado pelo COVID-19 e da impossibilidade de desenvolver parte da formação em formato presencial em salas de aula universitárias. O autor de referência que nos ajuda a pensar e refletir sobre a experiência proposta é o filósofo francês George Perec, tanto pelo método que utiliza baseado na criação a partir de restrições impostas, quanto pelo conceito que limita o infraordinário, entendido como aquele que acontece quando nada acontece. Aprendemos além da sala de aula no ambiente natural. Gloria Jove Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.116796 Expediente https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/121247 Expediente Revista GEARTE Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.121247 Ficha Catalográfica https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/121248 Ficha Catalográfica Revista GEARTE Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.121248 Ação docente como ato poético na produção de objetos propositores https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/112135 O tema central desta pesquisa é a criação de materiais didáticos como ato poético. Situa-se no campo de conhecimento das Artes Visuais, mas pode ser utilizada em outros campos, por interessados em produzir outras formas de relação e experimentação em situações de aprendizagem, que incluam a dimensão poética e autoral. Para embasar a reflexão e as produções, são utilizadas as ideias de Objeto de aprendizagem poético, Pedagogia do evento e proposições da artista Lygia Clark. É apresentado um Objeto propositor poético realizado e relacionado aos conceitos e ao referencial artístico referidos. Andrea Hofstaetter Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.112135 Decolonialidade versus algoritmo: formação e ampliação do repertório imagético dos arte/educadores https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/117288 <p class="p1"><span>Ao refletir sobre a formação e ampliação do repertório imagético dos arte/educadores, este texto analisa o enfrentamento que as discussões em torno dos estudos decoloniais encontram na lógica dos algoritmos que operacionalizam os mecanismos de busca <em>online</em>. O aplicativo Google Arts and Culture é analisado como possibilidade de pesquisa, demonstrando potencialidades da ferramenta na formação continuada dos educadores. Em contrapartida, a restrição dos algoritmos e a limitação do banco de imagens construído a partir das coleções de museus de arte impedem a construção de um olhar que amplie a abrangência de artistas que estejam fora do eixo dominante instituído pela história da arte.</span></p> Julia Rocha Any Karoliny Wutke Souza Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.117288 Desenhar-se de nuvem — das intensidades possíveis com materiais e materialidades e artes visuais e infâncias e... https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/117786 <span>Nesta escrita proponho um movimento que se constrói com algumas experiências vividas enquanto professora de Artes Visuais em Educação Infantil, que foram atravessadas e movimentadas pelo desejo de conceituar e dar vazão a um pensamento com materiais e materialidades da arte. Para tanto, busco enfatizar uma tessitura que também se dá nas relações possíveis entre a produção artística e as experiências em Artes Visuais e com Infâncias, no âmbito da Educação Infantil. </span> Angélica Tasquetto Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.117786 A obra artística fotográfica de Pierre Verger em processos de ensino, aprendizagem e criação em artes no ensino médio https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/109306 <p dir="ltr">Esse trabalho aborda a obra fotográfica de Pierre Verger, na perspectiva da (re)leitura das suas imagens como suporte interpretativo no ensino de artes. A experiência ocorreu em uma turma de escola pública de ensino médio no município de Lauro de Freitas, Bahia, Brasil. Como fio propulsor traz a premissa de Ana Mae Barbosa, na qual é preciso desenvolver nos alunos a consciência política, a desmistificação dos mitos colonizadores e o estudo de movimentos descolonizadores. Analisou-se 30 imagens selecionadas do acervo da Fundação Pierre Verger, cujos critérios de seleção foram figuras humanas e elementos da cultura baiana. A dialética das (re)leituras e da produção autônoma resultou em uma potente intervenção na própria realidade e visão de mundo dos alunos.</p><div><span><br /></span></div> Mariana Brazil Marise Berta Souza Copyright (c) 2021 Revista GEARTE 2021-12-31 2021-12-31 8 3 10.22456/2357-9854.109306