Decolonialidade versus algoritmo: formação e ampliação do repertório imagético dos arte/educadores

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2357-9854.117288

Palavras-chave:

Arte/educação. Professor. Formação. Repertório imagético. Estudos decoloniais.

Resumo

Ao refletir sobre a formação e ampliação do repertório imagético dos arte/educadores, este texto analisa o enfrentamento que as discussões em torno dos estudos decoloniais encontram na lógica dos algoritmos que operacionalizam os mecanismos de busca online. O aplicativo Google Arts and Culture é analisado como possibilidade de pesquisa, demonstrando potencialidades da ferramenta na formação continuada dos educadores. Em contrapartida, a restrição dos algoritmos e a limitação do banco de imagens construído a partir das coleções de museus de arte impedem a construção de um olhar que amplie a abrangência de artistas que estejam fora do eixo dominante instituído pela história da arte.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Julia Rocha, Universidade Federal do Espírito Santo – UFES, Vitória/ES

Doutora em Educação Artística pela Universidade do Porto, Mestre em Artes e Educação pela Universidade Estadual Paulista e Licenciada em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Professora da Universidade Federal do Espírito Santo. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Entre - Educação e arte contemporânea (CE/UFES) e do Núcleo de Artes Visuais e Educação do Espírito Santo - NAVEES. Realiza pesquisa sobre o ensino da arte na contemporaneidade, mediação cultural, relações entre museus e escolas, avaliação de propostas educativas no campo das artes visuais e formação de professores.

Any Karoliny Wutke Souza, Grupo de Pesquisa Entre - Educação e arte contemporânea — UFES, Vitória/ES

Professora de artes no ensino básico da rede municipal de Serra - ES. Licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Participa do Grupo de Pesquisa Entre - Educação e arte contemporânea (CE/UFES). Realiza pesquisa e tem interesse na área do ensino da arte e arte contemporânea e as relações desses campos com as novas tecnologias.

Referências

ACASO, María. La educación artística no son manualidades: nuevas prácticas en la enseñanza de las artes y la cultura visual. Madrid: Editora Catarata, 2009.

ACASO, María; MEGÍAS, Clara. Art thinking - cómo el arte puede transformar la educación. Barcelona: Paidós educación, 2017.

FONSECA DA SILVA, Maria Cristina da Rosa. A formação de professores de Arte: diversidade e complexidade pedagógica. Florianópolis: Insular, 2005.

FORTE, Marcelo. Repertório visual na formação do professor de Artes Visuais. In: Anais do Encontro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas - 26 de setembro à 01 de outubro de 2011. Rio de Janeiro: ANPAP, 2011.

MOURA, Eduardo. Inquietações, decolonialidade e desobediência docente formação inicial de professores/as. Revista Papeles. Bogotá, v. 9, n 18, jul./dez., 2017.

VASCONCELLOS, Jaqueline Reis. Intersecções entre Arte|Audiovisual|Emancipação: Vimos dizer um discurso! 2019. Tese (Doutorado em Meios e Processos Audiovisuais) - Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019.

SOUZA, Any Karoliny Wutke. Potencialidades do uso do celular no ensino da arte: uma reflexão a respeito da juventude, da escola e do ensino da arte contemporânea. 2019. Trabalho de conclusão de curso (Graduação). Licenciatura em Artes Visuais. Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2019.

Downloads

Publicado

2021-12-31

Como Citar

ROCHA, J.; SOUZA, A. K. W. Decolonialidade versus algoritmo: formação e ampliação do repertório imagético dos arte/educadores. Revista GEARTE, [S. l.], v. 8, n. 3, 2021. DOI: 10.22456/2357-9854.117288. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/117288. Acesso em: 16 ago. 2022.