A filosofia da educação no passo de Gradiva

Autores

Palavras-chave:

filosofia da educação, psicanálise, mal de arquivo, formação de professores.

Resumo

O texto consiste em pensar a relação da filosofia da educação com a formação de professores, inspirada na metáfora do passo de Gradiva, extraída do romance Gradiva, uma fantasia pompeiana, de Wilhelm Jensen. O foco da discussão se estabelece a partir da apropriação realizada por Freud deste romance, em confronto com a interpretação de Jacques Derrida. Percebe-se a necessidade de dar um passo que redimensiona a sua atuação neste contexto, aprisionada, por vezes, nos arquivos dos currículos dos cursos de licenciatura, a uma posição metafísica na ordem do saber. O artigo termina por incentivar a revisão da busca arqueológica de saberes, pois, assim, mantém contato com o encanto do passo de Gradiva, embora reconheça a sua sina no mal de arquivo.

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Biografia do Autor

Amarildo Luiz Trevisan, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria/RS – Brasil

Amarildo Luiz Trevisan é doutor em educação pela Universidade Federal Rio Grande do Sul (UFRGS) e pós-doutor em Humanidades pela Universidade Carlos III, de Madri. Professor titular de Filosofia da Educação do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Publicado

2022-08-09

Como Citar

Trevisan, A. L. (2022). A filosofia da educação no passo de Gradiva. Educação &Amp; Realidade, 47. Recuperado de https://www.seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/117203

Edição

Seção

Artigos