CAPITAL SOCIAL E QUALIDADE DE VIDA

Autores

  • Hemerson Luiz Pase UFPel

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-5269.25918

Palavras-chave:

Cultura Política, Desenvolvimento, Políticas Públicas, Rio Grande do Sul, Brasil.

Resumo

Este artigo discute a relação entre cultura política e desenvolvimento socioeconômico, fazendo um resgate histórico do desenvolvimento, estabelecendo as diferentes matrizes ocupacionais do território do Rio Grande do Sul. A hipótese central retoma as formulações clássicas afirmando que quanto maior o estoque de capital social maior o desenvolvimento socioeconômico, razão pela qual as políticas públicas devem ser estruturadas no sentido de estimulá-lo. A metodologia utiliza informações empíricas que definem confiança, reciprocidade e solidariedade como indicadores de capital social que é utilizado como variável independente do IDESE, indicador de desenvolvimento socioeconômico. Os resultados indicam a pertinência da teoria de Putnam, afirmando que existe uma relação proporcional entre o capital social e o desenvolvimento socioeconômico. Os cidadãos rurais possuem um estoque de capital social superior aos urbanos, o que lhes permite sobreviver ante a hostilidade do desenvolvimento agrário.

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Biografia do Autor

Hemerson Luiz Pase, UFPel

Filósofo, Doutor em Ciência Política. Professor do Institudo de Sociologia e Política e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal de Pelotas. Coordenador do Núcleo de Estudos em Políticas Públicas.

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Publicado

2012-05-04

Como Citar

Pase, H. L. (2012). CAPITAL SOCIAL E QUALIDADE DE VIDA. Revista Debates, 6(1), 35. https://doi.org/10.22456/1982-5269.25918

Edição

Seção

Dossiê