Sob o olhar pós-crítico de Clio: por uma História contingente, (des)viada ou Drag Queen

Autores

  • Cassiano Celestino de Jesus Universidade Federal de Sergipe

Resumo

“A História é a arte de inventar o passado”, isto significa que o discurso historiográfico é produzido e refeito constantemente, que a narrativa histórica é cambiante, contingente, fragmentada e feita de diversos modos. Implica ainda dizer que o historiador inventa, mesmo que de forma “rigorosa”, o passado. A História, enquanto prática, discurso, disciplina ou artefato literário, está permanentemente produzindo uma série de discursos sobre o passado, que são construídos no presente e em função dos nossos próprios interesses. Dito isto, esse artigo é um, dentre vários outros, que realiza um breve debate acerca da escrita da História, produto da arte ou da ciência dos historiadores, e seu diálogo com as chamadas metodologias de pesquisas pós-críticas, enfatizando, sobretudo, os possíveis diálogos da História com as teorias queer.

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Biografia do Autor

Cassiano Celestino de Jesus, Universidade Federal de Sergipe

Mestrando em História pela Universidade Federal de Sergipe (PROHIS/UFS). Integrante do Dominium: Estudos sobre Sociedades Senhoriais. Bolsista CAPES/DS.

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Publicado

2019-08-14

Como Citar

CELESTINO DE JESUS, C. Sob o olhar pós-crítico de Clio: por uma História contingente, (des)viada ou Drag Queen. Revista Aedos, [S. l.], v. 11, n. 24, p. 127–141, 2019. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/92444. Acesso em: 5 jul. 2022.