“Óbvio que antes era melhor”: a Escola Estadual Júlio de Castilhos e o Peso da Memória

Autores

  • Carlos Eduardo Barzotto Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Carmem Zeli de Vargas Gil Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

Educação Patrimonial, Memória, Escola Estadual Júlio de Castilhos

Resumo

Este artigo é um desdobramento de um projeto de pesquisa intitulado Ensino de História, Patrimônio e Cultura Digital, que tem como objetivo analisar práticas pedagógicas planejadas e executadas no âmbito de cursos semipresenciais e a distância, envolvendo professores da educação básica, de modo a identificar as concepções de patrimônio, de História e de tecnologias digitais de comunicação e informação acionadas pelos professores para ensinar História. Para este artigo, em específico, dirigimos o foco da reflexão para uma atividade realizada na Escola Estadual Júlio de Castilhos, em Porto Alegre, com alunos do primeiro ano do Ensino Médio, relacionando ensino de história e Educação Patrimonial.  Ao debater as memórias da escola, percebeu-se que os alunos e alunas distanciam-se das memórias canônicas da instituição, percebendo-se em uma História paralela – que não está inserida na canônica –, e se aproximam de discursos e de representações que os colocam enquanto sujeitos não-disciplinados em comparação aos antigos alunos da escola, vistos como ativos e politicamente engajados.

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Biografia do Autor

Carlos Eduardo Barzotto, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Licenciado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é mestrando em Educação na mesma instituição. Atualmente, trabalha como professor de História junto à rede municipal de ensino de Guaíba/RS.

Carmem Zeli de Vargas Gil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutura em Educação (UFRGS), atua como professora na Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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Publicado

2019-08-14

Como Citar

BARZOTTO, C. E.; GIL, C. Z. de V. “Óbvio que antes era melhor”: a Escola Estadual Júlio de Castilhos e o Peso da Memória. Revista Aedos, [S. l.], v. 11, n. 24, p. 326–344, 2019. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/89421. Acesso em: 1 jul. 2022.