Pode o subalterno falar e o/a pesquisador/a escutar?

Autores

  • Micaele Irene Scheer UFRGS/CAPES
  • Marluce Dias Fagundes
  • Naiara Müssnich Rotta Gomes de Assunção
  • Marina Gris da Silva
  • Augusta da Silveira de Oliveira
  • Carolina Rehling Gonçalo
  • Débora Strieder Kreuz
  • Erick Vargas da Silva

Resumo

O objetivo dessa mesa é pensar os sujeitos históricos e a subalternidade enquanto condição e a interseccionalidade entre as diversas categorias, relações de poder e sistemas de opressão. Assim, qual o papel do(a) pesquisador(a) ao lidar com estes sujeitos nas suas pesquisas, quais as implicações éticas disso? Que debates teóricos e metodológicos se apresentam?

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Biografia do Autor

Micaele Irene Scheer, UFRGS/CAPES

Possui graduação em Licenciatura em História pela Universidade Federal de Pelotas (2011), com intercâmbio na Universidade do Minho (Portugal) e mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2014). Atualmente é doutoranda da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e bolsista CAPES. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Social, atuando principalmente nos seguintes temas: mundos do trabalho, trabalhadores, história oral, direitos e Justiça do Trabalho.

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Publicado

2017-02-28

Como Citar

SCHEER, M. I.; FAGUNDES, M. D.; ASSUNÇÃO, N. M. R. G. de; SILVA, M. G. da; OLIVEIRA, A. da S. de; GONÇALO, C. R.; KREUZ, D. S.; SILVA, E. V. da. Pode o subalterno falar e o/a pesquisador/a escutar?. Revista Aedos, [S. l.], v. 8, n. 19, p. 321–360, 2017. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/71504. Acesso em: 29 nov. 2022.

Edição

Seção

Mesa Redonda