ACESSIBILIDADE NAS CORRIDAS DE RUA: BARREIRAS PERCEBIDAS PELAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

Autores

  • Jéssica Dias Feliciano Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, Brasil.
  • Michele Caroline de Souza Ribas Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, Brasil.
  • Vinícius Zeilmann Brasil Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, Brasil.
  • Bruna Barboza Seron Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.92172

Palavras-chave:

Transtornos de visão. Corrida. Acessibilidade. Mobilidade social.

Resumo

O objetivo deste estudo foi identificar as barreiras percebidas pelas pessoas com deficiência visual para a prática da corrida de rua. Participaram da pesquisa sete indivíduos com deficiência visual residentes de Florianópolis, com idades entre 22 e 54 anos. Foi realizada uma entrevista semiestruturada, objetivando levantar informações sobre as barreiras para a prática esportiva. Por meio dos relatos foram observadas barreiras urbanísticas relacionadas ao terreno e obstáculos e barreiras específicas do esporte por questões de insegurança em virtude da falta de acessibilidade e em relação ao guia e à desigualdade de participação nas competições. Também foram mencionadas barreiras de comunicação e informação, atitudinais, tecnológicas e arquitetônicas. Nota-se que pessoas com deficiência visual enfrentam inúmeras barreiras para a prática da corrida de rua, dificultando sua manutenção. O estudo propõe possibilidades de soluções aos problemas encontrados, diminuindo, significativamente, as principais barreiras e contribuindo para uma prática segura e igualitária.

 

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Biografia do Autor

Jéssica Dias Feliciano, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, Brasil.

Graduada em Educação Física na Universidade Federal de Santa Catarina

Michele Caroline de Souza Ribas, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, Brasil.

Possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Mestrado em Desenvolvimento Motor pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, Portugal (Diploma revalidado pela Escola de Educação Física e Esporte - USP) e Doutorado em Ciências do Desporto pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, Portugal (Diploma revalidado pela Escola de Educação Física e Esporte - USP). É docente no Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina. Integrante do Núcleo de Pesquisa em Cineantropometria e Desempenho Humano – NuCiDH da Universidade Federal de Santa Catarina. Possui experiência na área de Educação Física com ênfase em Educação Física escolar, Crescimento Humano, Desenvolvimento Motor, Epidemiologia da Atividade Física e Genética, Composição Corporal, Desempenho Motor e Avaliação de Fatores de Risco para Doenças Cardiovasculares. Principais interesses: Crescimento, Desenvolvimento e Saúde de crianças e jovens.

Bruna Barboza Seron, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, Brasil.

Possui mestrado e doutorado pela Universidade Estadual de Londrina. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal da Santa Catarina. Participa do Grupo de estudo e pesquisa em atividade física e deficiência (GEPAFID), Grupo de Estudo e Pesquisa em Esporte Paralímpico (GEPEP/CDS-UFSC) e do Grupo de estudo e pesquisa em Ciência do Esporte (GEPECE). Tem experiência em atividade física e esporte para pessoas com deficiência e avaliação física na saúde e rendimento esportivo.

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Publicado

2019-12-21

Como Citar

FELICIANO, J. D.; RIBAS, M. C. de S.; BRASIL, V. Z.; SERON, B. B. ACESSIBILIDADE NAS CORRIDAS DE RUA: BARREIRAS PERCEBIDAS PELAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL. Movimento, [S. l.], v. 25, p. e25096, 2019. DOI: 10.22456/1982-8918.92172. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/92172. Acesso em: 2 out. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais