ESTIGMA INTERNALIZADO DE INDIVÍDUOS EM TRATAMENTO PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA

Autores

  • Bruno Marson Malagodi Universidade Estadual de Londrina
  • Márcia Greguol Universidade Estadual de Londrina
  • Attilio Carraro Universidade de Pádova
  • Hélio Serassuelo Junior Universidade Estadual de Londrina

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.84970

Palavras-chave:

Transtornos relacionados ao uso de substâncias. Estigma social. Alcoolismo. Exercício.

Resumo

Indivíduos com dependência química tendem a ser estigmatizados e, uma vez que este estigma é internalizado, podem ocorrer prejuízos na adesão ao tratamento e a reinserção social. O objetivo do estudo é analisar o estigma internalizado de indivíduos em tratamento para dependência química e sua relação com a prática de atividade física. Para tanto, 106 indivíduos com dependência química responderam a questionários sobre estigma internalizado e prática de atividade física. Os dados foram tratados com estatística descritiva e análises de correlação. O estigma internalizado mostrou-se em geral elevado, com maiores pontuações para Alienação, Percepção de discriminação e Evitação social. Foi verificada correlação significativa inversa entre a prática de atividade física e o estigma internalizado, indicando que a oferta de programas de atividade física na fase de reabilitação pode ser benéfica não apenas para a melhora da condição física, mas também para a redução dos danos psicológicos impostos pela dependência química.

 

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Publicado

2019-09-06

Como Citar

MALAGODI, B. M.; GREGUOL, M.; CARRARO, A.; JUNIOR, H. S. ESTIGMA INTERNALIZADO DE INDIVÍDUOS EM TRATAMENTO PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA. Movimento, [S. l.], v. 25, p. e25050, 2019. DOI: 10.22456/1982-8918.84970. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/84970. Acesso em: 2 out. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais