“DANÇAR DÓI, MAS DÓI MAIS QUANDO ESTOU PARADA”: REFLEXÕES SOBRE O CORPO NA DANÇA

Autores

  • Vanda Nascimento Escola Superior de Dança, Instituto Politécnico de Lisboa

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.71021

Palavras-chave:

Dança. Arte.Corpo humano.

Resumo

A dança, enquanto arte performativa, utiliza o corpo como instrumento fundamental do discurso artístico e como forma de comunicação e relação com o mundo. Partindo-se do facto do bailarino ser detentor do corpo que dá corpo à dança, entendemos (re)visitar autores aos quais reconhecemos afinidades e partilhar algumas reflexões sobre o corpo, a sua importância, significância e inscrição nos vastos domínios da dança. Assumimos o corpo enquanto instrumento “afinado” de um bailarino que é capaz de ter domínio sobre esse corpo e que tem competências para criar um novo vocabulário de movimento, respondendo de forma mais eficaz e concordante com a pluralidade e mutabilidade das solicitações do mercado da dança.

 

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Biografia do Autor

Vanda Nascimento, Escola Superior de Dança, Instituto Politécnico de Lisboa

Professora Adjunta da Escola Superior de Dança, do Instituto Politécnico de Lisboa.

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Publicado

2017-09-30

Como Citar

NASCIMENTO, V. “DANÇAR DÓI, MAS DÓI MAIS QUANDO ESTOU PARADA”: REFLEXÕES SOBRE O CORPO NA DANÇA. Movimento, [S. l.], v. 23, n. 3, p. 1079–1090, 2017. DOI: 10.22456/1982-8918.71021. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/71021. Acesso em: 6 out. 2022.

Edição

Seção

Ensaios