RESÍDUOS DO AMADORISMO NO ESPORTE: A EXEMPLO DE UMA EQUIPE DE RÚGBI FEMININO

Autores

  • Michelle Carreirão Gonçalves UFRJ
  • Alexandre Fernandez Vaz UFSC/CNPq

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.49927

Palavras-chave:

Amadorismo. Rúgbi. Profissionalização.

Resumo

O amadorismo faz parte da história do esporte moderno e, ainda hoje, apesar da profissionalização, compõe o imaginário esportivo. Em algumas modalidades, porém, desenvolve papel exemplar, como no caso do rúgbi. Por meio de pesquisa de campo realizada em uma equipe feminina de rúgbi sediada em Florianópolis-SC – composta por observações do cotidiano do time e entrevistas semiestruturadas com jogadoras –, encontramos o ideal amador como elemento norteador da dinâmica desse esporte, seja nas relações permeadas pela hierarquia e pelo respeito ao outro, seja no lugar ocupado pela tradição que vem sendo, gradativamente, tensionada pela profissionalização.

 

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Biografia do Autor

Michelle Carreirão Gonçalves, UFRJ

Licenciada em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (2004), mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (2007), doutora em Educação (2014) pela mesma Universidade (com realização de estágio doutoral na Leibniz Universität Hannover) e aluna do curso de Filosofia também na UFSC. Foi bolsista de pós-doutorado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), realizando o estágio junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação da UFMG. Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, junto ao departamento de didática. Membro de equipe editorial da Revista Brasileira de Ciências do Esporte, trabalhando especialmente nos Cadernos de Formação RBCE.

Alexandre Fernandez Vaz, UFSC/CNPq

Mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC, 1995) e Doutor em Ciências Humanas e Sociais (Dr. Phil.) pela Leibniz Universität Hannover, Alemanha, onde estudou com Detlev Claussen, Andreas Trebels, Regina Becker-Schmidt e Oskar Negt. Frequentou ainda os cursos de Psicologia (UFSC, IMES) e de Sociologia, Filosofia e Psicologia Social (Universidade de Hannover). Na UFSC desde 1998, é Coordenador Geral de Pesquisa do Centro de Ciências da Educação e compõe a Câmara de Pesquisa da instituição. Também na UFSC é professor permanente dos programas de Pós-graduação em Educação (mestrado e doutorado) e Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas, e coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas Educação e Sociedade Contemporânea, onde orienta alunos e pesquisadores desde o PIBIC-EM (Ensino Médio) até o pós-doutorado. 

Publicado

2015-02-05

Como Citar

GONÇALVES, M. C.; VAZ, A. F. RESÍDUOS DO AMADORISMO NO ESPORTE: A EXEMPLO DE UMA EQUIPE DE RÚGBI FEMININO. Movimento, [S. l.], v. 21, n. 3, p. 591–601, 2015. DOI: 10.22456/1982-8918.49927. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/49927. Acesso em: 8 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais