O ESPORTE COMO UM DIREITO: TRAÇOS E TRAMAS DA CONSTITUIÇÃO DE UMA VERDADE

Autores

  • Rose Meri Silva Universidade Federal de Pelotas Escola Superior de Educação Física Departamento de Desporto Pelotas (RS)
  • Méri Rosane Silva Universidade Federal de Rio Grande (FURG)

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.45935

Palavras-chave:

Esportes. Constituição e estatutos. Filosofia.

Resumo

Este artigo tem como objetivo problematizar o estatuto de verdade assumido pelo esporte no Brasil, que o produz como um direito, garantido pelo Estado a todo e qualquer cidadão. Em termos de investimento metodológico, foram acionadas algumas ferramentas da genealogia foucaultiana, absolutamente imbricada com a arqueologia, adotando-se, como corpus de análise, as leis e decretos que foram implementados a partir da Constituição de 1988. Ao finalizar este trabalho, evidenciaram-se enunciados diversos, compondo, assim, um regime de verdade que busca produzir o esporte enquanto um direito naturalmente aceito e sempre presente na vida de todo e qualquer brasileiro.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Rose Meri Silva, Universidade Federal de Pelotas Escola Superior de Educação Física Departamento de Desporto Pelotas (RS)

Possui graduação em Licenciatura Plena de Educação Física pela Universidade Federal de Pelotas (1990), mestrado em Educação Ambiental pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental pela Universidade Federal do Rio Grande (2008) e atualmente é doutoranda em Educação em Ciência Química da Vida e Saúde pela FURG/UFRGS. Professora titular da Escola Superior de Educação Física (ESEF) da Universidade Federal de Pelotas. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: Esportes, Handebol, Vulnerabilidade social, corpo, Educação Física Escolar e processos de subjetivação.

 

Publicado

2015-02-05

Como Citar

SILVA, R. M.; SILVA, M. R. O ESPORTE COMO UM DIREITO: TRAÇOS E TRAMAS DA CONSTITUIÇÃO DE UMA VERDADE. Movimento, [S. l.], v. 21, n. 1, p. 69–80, 2015. DOI: 10.22456/1982-8918.45935. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/45935. Acesso em: 13 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais