Análise da Comunicação de Crianças com Paralisia Cerebral sem Oralidade Durante Atividade com Jogos Digitais

Autores

  • Maria Inês de Jesus Ferreira Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC– Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia.
  • Camila de Sousa Pereira-Guizzo Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC – Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia.
  • Xisto Lucas Travassos Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC – Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia
  • Lynn Alves Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC – Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia
  • Renelson Sampaio. Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC – Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-1654.22424

Palavras-chave:

Paralisia Cerebral, Jogos Digitais, Comunicação Alternativa

Resumo

Na perspectiva da Tecnologia Assistiva e de sua aplicação no contexto da Comunicação Alternativa, os jogos digitais podem ser produzidos e aplicados em atividades lúdicas junto às crianças com transtorno severo da fala com o intuito de ampliar a comunicação e, consequentemente, contribuir para a promoção do desenvolvimento infantil. Diante desses pressupostos, este trabalho tem por objetivo analisar a frequência de ocorrência das diferentes formas de comunicação de crianças com Paralisia Cerebral sem oralidade durante atividades com jogos digitais. Participaram desta pesquisa quatro crianças com Paralisia Cerebral, sendo três do sexo masculino e uma do sexo feminino com idades entre 7 e 12 anos. Todas as crianças apresentaram severos distúrbios na comunicação oral. Atentos às necessidades das crianças, três jogos digitais foram desenvolvidos para essa população: Alimentação, Segurança Pública e Cidade Sustentável. As atividades com os três jogos digitais ocorreram em 5 sessões, com duração de aproximadamente 20 minutos com cada criança. A partir da análise das filmagens, por meio do registro de observação, foi possível identificar a ocorrência de cinco categorias de comunicação, na seguinte ordem decrescente: Vocal e não verbal, Não verbal, Vocal com ajuda, Não verbal com ajuda e Vocal. Discute-se a importância da análise das diferentes possibilidades de expressão dessas crianças para o planejamento de intervenções mais eficazes na área da Comunicação Alternativa.

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Biografia do Autor

Maria Inês de Jesus Ferreira, Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC– Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia.

Pedagoga,Mestranda em Modelagem Computacional e Tecnologia Industrial

Camila de Sousa Pereira-Guizzo, Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC – Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia.

Psicóloga. Mestre e Doutora em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos. Professora da Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC –

Xisto Lucas Travassos, Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC – Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia

Engenheiro Eletricista. Doutor em Engenharia Elétrica, Automação e Eletrotécnica. Ecole Centrale de Lyon (França). Professor da Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC

Lynn Alves, Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC – Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia

Pedagoga. Mestre e Doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia. Professora da Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC

Renelson Sampaio., Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC – Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia

Físico (UFMG). PhD Economia da Inovação, The Sussex University (Inglaterra).Professor da Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC –

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Publicado

2012-12-21

Como Citar

FERREIRA, M. I. de J.; PEREIRA-GUIZZO, C. de S.; TRAVASSOS, X. L.; ALVES, L.; SAMPAIO., R. Análise da Comunicação de Crianças com Paralisia Cerebral sem Oralidade Durante Atividade com Jogos Digitais. Informática na educação: teoria & prática, Porto Alegre, v. 15, n. 2, 2012. DOI: 10.22456/1982-1654.22424. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/InfEducTeoriaPratica/article/view/22424. Acesso em: 25 set. 2022.