O FENÔMENO COLONIAL ENTRE A BRUXARIA E A TEORIA CRÍTICA. PENSAR ALIANÇAS A PARTIR DO XAMANISMO MAPUCHE.

Autores

  • Lucas da Costa Maciel Doutorando em Antropologia Social Universidade de São Paulo Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-6524.90413

Palavras-chave:

Ontologismo, Decolonialismo, Xamanismo.

Resumo

A intenção deste artigo é produzir um contraste comparativo entre dois conjuntos de teorias em torno daquilo que se conhece como o fenômeno colonial: o “pensamento crítico”, por um lado, e a “teoria Mapuche”, por outro. Desta comparação, evidenciaremos uma série de pressupostos que as animam, assemelhando-as e diferenciando-as em diferentes termos. A partir daí argumentaremos a necessidade de que a teoria crítica abra espaço em seu léxico de mundo para as teorias daqueles que consideram ser “povos colonizados” ou “subalternos”, a depender dos autores. Tal abertura corresponderia à possibilidade de constituir alianças contra o colonialismo, um fenômeno reconhecidamente multifacetado. Para isso, nos valeremos de uma discussão etnográfica sobre as noções Mapuche de saúde e doença, entre outras coisas.

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Publicado

2019-12-31

Como Citar

DA COSTA MACIEL, L. O FENÔMENO COLONIAL ENTRE A BRUXARIA E A TEORIA CRÍTICA. PENSAR ALIANÇAS A PARTIR DO XAMANISMO MAPUCHE. Espaço Ameríndio, Porto Alegre, v. 13, n. 2, p. 268, 2019. DOI: 10.22456/1982-6524.90413. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/90413. Acesso em: 4 fev. 2023.

Edição

Seção

ENSAIOS BIBLIOGRÁFICOS