VIDA & MORTE ENTRE POVOS INDÍGENAS

Autores

  • Jane Felipe Beltrão Programa de Pós-Graduação em Antropologia e Programa Pós-Graduação em Direito (PPGD) da Universidade Federal do Pará (PPGA/UFPA)
  • Rhuan Carlos dos Santos Lopes Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará (PPGA/UFPA)
  • Mainá Jailson Sampaio Cunha
  • Luiza de Nazaré Mastop-Lima Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) na Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal do Sudeste do Pará (UNIFESPA)
  • William César Lopes Domingues Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) da Universidade Federal do Pará (UFPA); Faculdade de Etnodiversidade da UFPA; Conselho Distrital de Saúde Indígena (CONDISI);Fórum de Presidentes de CONDISI
  • Tiago Pedro Ferreira Tomé Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará (PPGA/UFPA); Centro de Investigação em Antropologia e Saúde, Universidade de Coimbra; Grupo Quaternário e Pré-História do Centro de Geociências (uID 73 – FCT)

DOI:

https://doi.org/10.22456/ea.v9i1.54951

Palavras-chave:

povos indígenas, vida, morte, ritual funerário, sepultamento

Resumo

Considerando as frequentes violações de direitos perpetradas contra os Povos indígenas, atingido territórios e pessoas, comprometendo a vida e até o direito de prantear os mortos, torna-se imperioso conhecer os cuidados e as apreensões dos indígenas em relação a vida e a morte. Para isso, propomos analisar narrativas etnográficas acerca dos Apinayé, Ka’apor, Tapirapé, Tembé, Tenetehara, Terena e Asurini, a fim de discutir o cuidado com as pessoas, tendo em vista os contextos dos rituais funerários. Os textos analisados são capazes de revelar (1) a existência (ou não) da prática; (2) os contextos específicos em que os rituais funerários são (ou não) praticados; e (3) os sentidos que a prática assume em sociedades etnicamente diferenciadas. As narrativas sobre os povos indígenas vêm à discussão na tentativa de “fazer ouvir” os povos que, hoje, se veem acusados tanto pela mídia e como por organizações (ditas) pró-vida. Portanto, usando da literatura clássica estuda-se o patrimônio de práticas rituais que para além de conferirem dignidade aos mortos, indica de forma peremptória que a vida é o bem maior entre os povos indígenas.

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Biografia do Autor

Jane Felipe Beltrão, Programa de Pós-Graduação em Antropologia e Programa Pós-Graduação em Direito (PPGD) da Universidade Federal do Pará (PPGA/UFPA)

Antropóloga e historiadora, docente junto aos programas de Pós-Graduação em Direito (PPGD) e em Antropologia (PPGA) ambos na Universidade Federal do Pará (UFPA). Pesquisadora 1C do CNPq.

Rhuan Carlos dos Santos Lopes, Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará (PPGA/UFPA)

Discente de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará (PPGA/UFPA)

Mainá Jailson Sampaio Cunha

Advogado, formado pela Universidade Federal do Pará

Luiza de Nazaré Mastop-Lima, Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) na Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal do Sudeste do Pará (UNIFESPA)

Antropóloga, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) na Universidade Federal do Pará (UFPA). Docente junto a Universidade Federal do Sudeste do Pará (UNIFESPA)

William César Lopes Domingues, Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) da Universidade Federal do Pará (UFPA); Faculdade de Etnodiversidade da UFPA; Conselho Distrital de Saúde Indígena (CONDISI);Fórum de Presidentes de CONDISI

Indígena da etnia Xakriabá, vive entre os Asuriní do Xingu desde o final da década de 1990. Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) da Universidade Federal do Pará (UFPA). Docente do Curso de Licenciatura e Bacharelado em Etnodesenvolvimento do Campus de Altamira da UFPA. É presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (CONDISI) de Altamira e Coordenador Adjunto do Fórum de Presidentes de CONDISI.

Tiago Pedro Ferreira Tomé, Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará (PPGA/UFPA); Centro de Investigação em Antropologia e Saúde, Universidade de Coimbra; Grupo Quaternário e Pré-História do Centro de Geociências (uID 73 – FCT)

Arqueólogo, docente do programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA). Pesquisador do Centro de Investigação em Antropologia e Saúde, Universidade de Coimbra e do Grupo Quaternário e Pré-História do Centro de Geociências (uID 73 – FCT)

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Publicado

2015-06-29

Como Citar

FELIPE BELTRÃO, J.; DOS SANTOS LOPES, R. C.; SAMPAIO CUNHA, M. J.; MASTOP-LIMA, L. de N.; LOPES DOMINGUES, W. C.; FERREIRA TOMÉ, T. P. VIDA & MORTE ENTRE POVOS INDÍGENAS. Espaço Ameríndio, Porto Alegre, v. 9, n. 1, p. 206, 2015. DOI: 10.22456/ea.v9i1.54951. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/54951. Acesso em: 1 fev. 2023.

Edição

Seção

ARTIGOS