Itinerários, temas e lotes de coleta arqueológica no oeste do México: notas para um estado da arte

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19132/1808-5245242.358-387

Palavras-chave:

Coleta arqueológica, Patrimônio cultural, Materialidade, Usos do passado, Pilhagem.

Resumo

Neste artigo, eu trabalharei em torno de três eixos. Primeiro, traça os principais estudos sobre a coleta, saque e apropriação social do patrimônio arqueológico no oeste do México. Mais tarde, reviso algumas abordagens teóricas e cruzamentos entre a antropologia do valor e os estudos de cultura material. Finalmente, apresento um par de vinhetas etnográficas que servirão como âncoras e linhas que guiarão um estudo mais amplo sobre dinâmicas, atores e práticas de coleta arqueológica no oeste do país.

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Biografia do Autor

Adrián Acosta Castro, Instituto Nacional de Antropología e Historia Centro INAH Jalisco Antropología social

Es Historiador por la Universidad de Guadalajara (México); estudió la Maestría en Antropología Visual y Documental Antropológico en la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO)-Sede Ecuador y actualmente es Doctorante en Ciencias Sociales por El Colegio de Michoacán, A.C. Profesor Investigador en la sección de Antropología Social del Centro INAH Jalisco (Instituto Nacional de Antropología e Historia-México)

Publicado

2018-04-19

Como Citar

ACOSTA CASTRO, A. Itinerários, temas e lotes de coleta arqueológica no oeste do México: notas para um estado da arte. Em Questão, Porto Alegre, v. 24, n. 2, p. 358–387, 2018. DOI: 10.19132/1808-5245242.358-387. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/77963. Acesso em: 6 out. 2022.

Edição

Seção

Patrimonio cultural, hegemonía y mediaciones sociales en América Latina

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